Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Dezembro 31 2010

 

Chávena de chá e pires com decoração decalcada sobre o vidrado e filetagem a dourado.

 

 

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Dezembro 29 2010

 

Estatueta apeada modelada por Armando Mesquita (1907-1982), representando um oficial inglês do 52.º Regimento (Officer, 52nd Regiment).

 

Exemplar do acervo do Museu Municipal Leonel Trindade, Torres Vedras.

 

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Dezembro 27 2010

 

Marcadores de livros editados pelo Museu de Cerâmica de Sacavém com reprodução de motivos azulejares produzidos pela FLS.

 

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Dezembro 26 2010

 

Pequeno castiçal em faiança da fábrica Secla, com decoração pintada à mão sob o vidrado.

 

Apresenta na base a sigla do pintor António Quadros (1933-1994), que colaborou com a Secla durante os anos de 1958 e 1959, tendo depois, já durante a década de 1960, fixado residência em Moçambique, onde permaneceu durante vinte anos.

 

Aí afirmou-se também como poeta e prosador, desenvolvendo intensa actividade artística e cultural. Colaborou com Rui Knopfli (1932-1997) na criação da revista Caliban (1971), tornando-se amigo de Jorge de Sena (1919-1978) na única deslocação que este fez a Moçambique. Sena viria a prefaciar a sua obra Quybyrycas (1972), assinada sob o pseudónimo Frey Ioannes Garabatus.

 

António Quadros regressou a Portugal em 1984.

 

 

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Dezembro 25 2010

 

Painel de azulejos que ainda hoje se encontra na fachada de um prédio comercial da Rua de Cedofeita, Porto, alusivo ao antigo Bazar dos Três Vintens, que esteve estabelecido naquele edifício.

 

Este painel foi pintado por F. Gonçalves (activo entre c. 1954 e c. 1978) e produzido na Fábrica do Carvalhinho, de Vila Nova de Gaia.

 

Para outras intervenções do mesmo pintor ver http://mfls.blogs.sapo.pt/search?q=f.+gon%C3%A7alves&Submit=OK.

 

 

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Dezembro 23 2010

 

Molheira fabricada em pasta verde.

 

Conforme se pode verificar na tabela de preços de 1938, a FLS fabricava serviços para jantar, chá, café e pequeno-almoço em pasta azul, branca, marfim e verde. Talvez porque a cor não fosse muito popular e a procura destes serviços fosse inferior, as peças em pasta verde são aquelas que aparecem com menos frequência no actual mercado de antiguidades.

 

Este exemplar não surge no catálogo de formatos de Maio de 1950, onde estão ilustrados onze formatos de molheiras – Aldeia, Berlim, Coimbra, Concha, Duplo, Estoril, Império, Inglês, D. João V, Paris e Redondo.

 

De acordo com a tabela de 1938, os únicos serviços para jantar então fabricados em pasta verde eram do formato Avenida ou do formato Coimbra, os quais também se produziam em pasta azul.

 

No entanto, esta molheira não corresponde ao formato Avenida.

 

 

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Dezembro 21 2010

 

Prato decorado com o motivo 886 pintado a aerógrafo sobre stencil (chapa recortada), aplicado sob o vidrado, e filetagem sobre o vidrado.

 

Note-se como a nível semiótico a composição sugeriria uma maior dinâmica caso as manchas seguissem a organização a que o olhar ocidental está mais habituado – mantendo as mesmas dimensões, começaria com a mancha azul à esquerda esbatendo-se em direcção às restantes.

 

Isto é, para maior impacto dinâmico na visão ocidental, o degradé deveria efectuar-se da esquerda para a direita, como se efectua, mas com os volumes cromáticos em ordem inversa.

 

Note-se ainda como este motivo evoca outras decorações geometrizantes, e técnicas decorativas similares, da fábrica alemã Schramberg.

 

 

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Dezembro 19 2010

 

Painel publicitário de azulejos da FLS que até há alguns anos se encontrava próximo da praia do Pópulo, à saída de Ponta Delgada para a Lagoa, na ilha de S. Miguel, Açores.

 

Imagem cedida por Carlos Caria.

 

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Dezembro 18 2010

 

Grande jarra (37,7 cm.)  da fábrica Aleluia, Aveiro, pintada à mão sob o vidrado.

 

Conhece-se o mesmo motivo aplicado em diferentes tonalidades, nomeadamente com preponderância da tonalidade que se encontra na faixa de transição do bojo para o gargalo, e em jarras com outros formatos.

 

Fundada em 1905, a fábrica Aleluia tem actualmente como produção prioritária a cerâmica sanitária e de revestimento (http://www.aleluia.pt/), mantendo contudo uma produção de estúdio dedicada a intervenções artísticas e à arte pública, projecto valorizado com a tradição e a vocação de uma das fábricas entretanto adquiridas pela empresa, a Viúva Lamego, de Lisboa.

 

Esta peça foi exibida na exposição Portuguese Ceramics in the Art Deco Period, realizada em 2005 nos E.U.A.

 

 

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Dezembro 17 2010

 

 

 

 

 

Marcadores de livros editados pelo Centro de Documentação Manuel Joaquim Afonso, do Museu de Cerâmica de Sacavém.

 

Os azulejos reproduzidos correspondem aos modelos número 7 (acima) e 3, este de inspiração Art Nouveau, sendo classificados nos catálogos da FLS como azulejos para aplicação em arquitraves.

 

O modelo número 7 apresenta alegorias ao pescado e aos cereais, sendo por isso destinado, respectivamente, a revestimento azulejar interior de peixarias e padarias.

 

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