Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Janeiro 31 2012

 

 

Prato de doce formato Monchique, apresentando um diâmetro de cerca de 17,8 cm., com decoração aplicada a aerógrafo sobre stencil (chapa recortada), sob o vidrado. Como se verifica pela marca, trata-se de um exemplar do último período de produção da FLS.

 

De acordo com o segundo volume do catálogo da exposição Porta Aberta às Memórias, realizada em 2008 no MCS, o motivo denomina-se Spray Verde com Frutos.

 

 

© MAFLS


Janeiro 30 2012

 

 

 

Eva Zeisel (nascida Eva Amalia Striker, ou Stricker), a consagrada designer e ceramista de origem húngara, faleceu há precisamente um mês, a 30 de Dezembro de 2011, com 105 anos.

 

Homenageando a sua memória e a sua obra, reproduz-se hoje uma peça em porcelana da Vista Alegre que poderá estar ligada ao seu nome. Com efeito, o design desta terrina é-lhe atribuído com algumas reservas, mas a atribuição faz-se com base na informação que consta dos arquivos da VA.

 

De facto, no verbete 6485 desses arquivos surge uma cafeteira modelo "Primavera" cuja autoria é atribuída a "Mme. Stricker" [sic]. O seu formato, aprovado em Janeiro de 1961, apresenta uma variante mais rectilínea do motivo aqui aplicado em relevo, com a mesma pega na tampa.

 

Estes pormenores rectangulares, que na cafeteira surgem também na asa, não são consentâneos com o design da fase americana de Zeisel, mas surgem com frequência na sua fase alemã da fábrica Schramberg (SMF), onde produziu inúmeras peças influenciadas pelos princípios da Bauhaus. Considerando os dois modelos, este da terrina apresenta o formato que mais se aproxima da característica gramática curvilínea de Zeisel. 

 

Como já foi aqui referido, existe uma outra peça VA que nem sequer lhe é atribuída, mas que é indubitavelmente da sua autoria. Trata-se do canjirão "Machado", produzido pela VA a partir de 1938. Embora não se encontre assim creditado nos arquivos da VA (no verbete 2594 da fábrica, a única anotação manuscrita sobre os dados históricos da peça P.A. 617 refere ter sido este modelo dado [sic] por Machado dos A.), o formato corresponde à adaptação de uma peça criada por Zeisel para a SMF, em 1929 ou 1930.

 

Um exemplar desse canjirão da VA, com a inscrição "Recordação de Braga" e uma imagem do Santuário do Sameiro, foi exibido na exposição Portuguese Ceramics in the Art Deco Period, realizada em 2005 nos E.U.A.

 

Lucie Young, Eva Zeisel (2003).

 

Dando provas de enorme vitalidade e dinâmica criativa, Eva Zeisel colaborou ainda em 2004 e 2005 num projecto da Vitrocristal, agrupamento empresarial criado para promover o vidro da Marinha Grande sob a designação MGlass, naquela que terá sido porventura a sua última ligação ao design da indústria portuguesa.

 

Tal projecto culminou numa pequena exposição realizada em Nova Iorque, no edifício das Nações Unidas, onde se exibiram peças em vidro criadas por mulheres de três diferentes nacionalidades e de diferentes gerações (cf. http://www.un.int/portugal/mglassfotos.htm).

 

Ironicamente, este parece ter sido o canto do cisne do projecto MGlass, que se tinha iniciado em 1999 e era um aparente caso de sucesso na recuperação e promoção da indústria vidreira (cf. http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/actualidade/o-ultimo-sopro-na-marinha-grande).

 

Terminando com uma nota de humor, refira-se que o célebre conjunto para sal e pimenta Town and Country, criado em 1946 por Zeisel e produzido a partir do ano seguinte pela fábrica americana Red Wing (http://www.washingtonpost.com/eva-zeisel-salt-and/2012/01/02/gIQADz72WP_photo.html), parece ter inspirado o desenho e a forma dos famosos Shmoos (http://en.wikipedia.org/wiki/Shmoo), personagens de BD criadas em 1948 por Al Capp (1909-1979), embora as pessoas se preocupem mais em estabelecer outras semelhanças formais e ninguém pareça querer admitir tal facto...

 

Sobre Eva Zeisel, consultem-se mais alguns dados publicados neste espaço, em: http://mfls.blogs.sapo.pt/43735.html, e veja-se o vídeo The playful search for beauty, com cerca de 18 minutos, aqui: http://www.youtube.com/watch?v=x72uoP2a55I.

 

Eva Zeisel em 1935.

 

© MAFLS


Janeiro 29 2012

© CDMJA/MCS

 

Detalhe da área do pavilhão da FLS na Exposição Colonial Portuguesa, realizada em 1934 no edifício e nos jardins do Palácio de Cristal, Porto, podendo ver-se quatro painéis de azulejos executados propositadamente para o evento.

 

O painel mais à direita do observador representa a partida de Vasco da Gama (c.1469-1524) para a Índia.

 

Algumas imagens relacionadas com a exposição podem ser consultadas aqui: http://blogdaruaonze.blogs.sapo.pt/tag/exposi%C3%A7%C3%A3o+colonial+do+porto, e aqui: http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/tag/exposi%C3%A7%C3%A3o+colonial+do+porto.

 

Para um exemplar em porcelana da VA reproduzindo a mascote da exposição, um elefante, veja-se o artigo de MUONT (http://modernaumaoutranemtanto.blogspot.com/search/label/Exposi%C3%A7%C3%A3o%20Colonial%20Portuguesa%20%28Primeira%29).

 

Veja-se ainda a ligação aí indicada para um artigo mais desenvolvido sobre a exposição reproduzindo, entre muitas outras, as imagens referidas acima (http://doportoenaoso.blogspot.com/2010/10/os-planos-para-o-porto-dos-almadas-aos.html).

 

A VA produziu também pratos decorativos alusivos a esta exposição, conhecendo-se exemplares representando quer a fachada do edifício principal (um modelo encomendado pela casa Pérola da China, com a referência P.1536), quer uma mulher de raça negra (modelo com a referência P.1534).

 

Da mesma fábrica conhece-se ainda uma pequena taça com rebordo polilobado, representando dois elefantes com a tromba alçada, que apresenta no verso a inscrição Recordação / da / Exposição Colonial / Porto - 1934 / Portugal.

 

 

Pisa-papéis em vidro fosco moldado, com cerca de 13,8 x 9,2 x 4,6 cm., produzido provavelmente na Marinha Grande, ilustrando uma das muitas versões em estilo Art Déco que apresentam elefantes em pose semelhante à da mascote da exposição.

 

No entanto, como se pode verificar numa das imagens referidas acima (http://blogdaruaonze.blogs.sapo.pt/187192.html) e na peça da VA, o elefante da versão oficial, entre outras diferenças que apresenta, não olha em frente nem tem as orelhas nesta posição.

 

A reprodução da fotografia do pavilhão é uma cortesia do CDMJA/MCS.

 

© MAFLS


Janeiro 28 2012

 

 

 

Prato de parede decorado sob o vidrado, com cerca de 26 cm. de diâmetro, assinado com as iniciais "R. H. (L.?)", datado "70" (?) e marcado no verso "Olaria Sanches / Sintra".

 

Conforme já foi referido anteriormente, a Olaria Sanches dispunha de instalações em Benfica, nas imediações da Rua dos Soeiros e da Azinhaga do Ramalho, e em Mem Martins, Sintra, em datas que ainda não foi possível precisar. 

 

Contudo, sabe-se que as instalações de Benfica já laboravam em 1934 e presume-se que tenham encerrado durante a década de 1960, altura em que terão sido inauguradas as de Mem Martins, que já laboravam em 1968 e ainda se encontravam activas na década de 1970.

 

Sabe-se que "R. H. (L.?)" esteve activo(a) como modelador(a) e pintor(a) de cerâmica, eventualmente em exclusivo na Olaria Sanches, pelo menos entre 1949 e 1970, pois conhecem-se peças suas – máscaras, jarras, taças e pratos, correspondentes a estas datas, bem como a outras intermédias.

 

 

© MAFLS


Janeiro 27 2012

 

Azulejo moldado com decoração floral estilizada e sinuosidades evocativas do estilo Arte Nova na cercadura. No tardoz apresenta a inscrição Sacavem. 

 

Veja-se um motivo igual a este, com uma vidrado verde que dá muita mais profundidade ao relevo, aqui: http://mfls.blogs.sapo.pt/10559.html.

 

© MAFLS


Janeiro 25 2012

©CDMJA/MCS

Reprodução de um folheto que pertenceu a Jorge Pereira Simões, funcionário da FLS durante 24 anos, apresentando marcas da FLS.

Este exemplar foi entretanto doado ao CDMJA, aquando da exposição Porta Aberta às Memórias, realizada em 2008 no MCS.

Note-se a incorrecção de algumas datas indicadas, bem como a ausência de certas marcas, nomeadamente a Gilman Lda.

 

Como se sabe, o sistema de marcação de peças estabelecido pela Vista Alegre permite-nos datar a sua produção de acordo com períodos bem definidos, pois o logótipo da VA é tradicionalmente alterado cada vez que se verifica uma mudança de administração (cf. http://mfls.blogs.sapo.pt/129589.html).

 

Quanto ao sistema de marcação da FLS, generalizou-se a ideia de que a marca Gilman & Cta. se manteve inalterada desde o princípio do século XX até ao princípio da década de 1970, tornando assim quase impossível distinguir, apenas pela consulta da marca, uma peça da década de 1910 de outra peça da década de 1960.

 

Tal método poderia levantar sérias dúvidas a pessoas pouco habituadas a considerar outros factores para a datação de cerâmica que não apenas a marca.

 

Esta é uma questão particularmente importante, se considerarmos que na FLS os motivos Chorão e Estátua, por exemplo, foram produzidos desde o século XIX até praticamente ao encerramento da fábrica.

 

          

G&Cta.1                                                                              G&Cta.2

 

Ora, acontece que a referida marca não se manteve inalterada ao longo de todo aquele período, como se verifica pelas imagens aqui apresentadas.

 

Infelizmente, apesar de se poderem documentar todas as variantes da marca, não é possível estabelecer com segurança um período específico para cada uma delas.

 

No entanto, sem efectuar uma reprodução exaustiva de todas as variantes conhecidas (faltam, por exemplo, marcas com o nome ou número do motivo por cima do círculo, ou as marcas com a abreviatura Dec. aplicadas no motivo Quinta), vejamos quais as diferenças entre elas e os dois grandes períodos a que poderão corresponder.

 

As marcas G&Cta.1 e G&Cta.2 apresentam entre si diferenças a nível do rectângulo da fivela, do número de furos do cinto e do seu remate. São seguramente as mais antigas do grupo aqui apresentado.

 

A marca G&Cta.3 é uma marca de transição para a G&Cta.4, apresentando ainda o formato rectangular da fivela, aqui já simplificada, e o remate do cinto, mas com um sombreado que não surgia nas anteriores.

 

          

G&Cta.3                                                                       G&Cta.4

 

A marca G&Cta.4, bem como a sua variante para exportação G&Cta.4a, já com a fivela arredondada, é a mais recente. Conhece-se marca semelhante aplicada num prato estampado com a data de 1934, a data mais recuada em que foi possível documentá-la.

 

Poder-se-ia, assim, concluir que as primeiras duas marcas correspondem aproximadamente ao período de 1900 a 1930 e as duas restantes ao período de 1930 a 1970.

 

O problema é que a marca G&Cta.1 aparece numa peça da série Bébé (cf. http://mfls.blogs.sapo.pt/19095.html), que apenas começou a ser comercializada a partir de 1945, embora não haja qualquer dúvida que a marca G&Cta.4 estava já generalizada nesse mesmo ano (cf. http://mfls.blogs.sapo.pt/35956.html) e generalizada também já na década de 1930 (cf. http://mfls.blogs.sapo.pt/8186.html)...

 

Apesar de tudo, é possível afirmar com alguma segurança que qualquer peça ostentando as marcas G&Cta.3 e G&Cta.4 não é certamente anterior à década de 1930, e que as marcas G&Cta.1 e G&Cta.2, características do período de 1900 a 1930, apenas foram ocasionalmente aplicadas em peças, com preponderância para aquelas que eram estampadas, produzidas entre 1930 e 1950.

 

Sobre a discrepância relativa ao primeiro ano de utilização da marca Gilman & Cta., 1903 ou 1905, e a data em que surgiu o último logótipo da FLS, veja-se: http://mfls.blogs.sapo.pt/63619.html.

 

G&Cta.4a

 

© MAFLS


Janeiro 23 2012

 

Terrina formato Leiria com o motivo número 10337 aplicado em decalcomania, sob o vidrado, e filetagem a dourado. 

 

Veja-se um conjunto de chávena e pires, formato Coimbra, com o mesmo motivo em: http://mfls.blogs.sapo.pt/131761.html.

 

Veja-se ainda uma outra terrina com o mesmo formato em: http://mfls.blogs.sapo.pt/36477.html.

 

 

© MAFLS


Janeiro 22 2012

 

Grupo escultural em porcelana dourada e pintada à mão, da fábrica Artibus, Aveiro, com cerca de 17,7 cm. de altura.

 

Conforme aqui foi referido anteriormente (http://mfls.blogs.sapo.pt/12467.html), a Artibus produziu cerâmicas de alta qualidade, quer quanto à pintura quer quanto à modelação, sendo esta peça paradigmática dessa sua excelente execução.

 

Como se pode verificar abaixo, o logótipo da empresa pretende sugerir o da VA, através da haste levantada no início do A e da consequente sugestão de um pequeno v a anteceder essa letra, certamente não apenas porque alguns dos seus técnicos eram daí oriundos mas também pelo prestígio associado a essa marca.

 

De acordo com o Diário do Governo, a Artibus foi estabelecida por escritura pública de 11 de Abril de 1947, embora o início da sociedade ficasse registado nesse mesmo documento como tendo ocorrido a 1 de Janeiro desse ano.

 

O seu capital social inicial era de 400.000$00, distribuído pelas seguintes quotas: Hernâni Henriques Salgueiro com 150.000$00; José Maria Vilarinho com 150.000$00; e Carlos Alberto Pinto da Mota com 100.000$00.

 

Este último sócio, Carlos Alberto Pinto da Mota, assumiu o cargo de gerente técnico da fábrica.

 

 

     

Frasco de chá, a que falta a tampa, dourado e pintado à mão. 

Esta figura feminina, evocativa dos Ballets Russes, de Diaghilev (Sergei Pavlovich Diaghilev, 1872-1929), surgia já numa pequena jarra, datável de 1928-1930, decorada por Guido Andlovitz (1900-1971) para a empresa Società Ceramica Italiana di Laveno, como se pode verificar na página 37 do livro Artes Decorativas do Século XX: Art Déco (1990), de Carla Cerutti (n. 1955).

   

             

A 31 de Outubro de 1949 uma nova escritura veio alterar significativamente quer o pacto social quer o capital da sociedade, que foi aumentado para 4.400.000$00 e ficou assim distribuído:

 

José Maria Vilarinho, 2.000.000$00; Adélia Teixeira Vilarinho, 100.000$00; Fernando Arcanjo de Sá Marta, 600.000$00; Carlos Alegre Marta, 400.000$000; Eduardo Arcanjo de Sá Marta, 300.000$00; António de Ataíde Marta, 100.000$00; Manuel Alegre Marta, 200.000$00; Augusto Alegre Marta, 100.000$00; Lucílio Garcia, 100.000$00; António Luís Marta, 200.000$00; Maria Alice de Ataíde Marta Proença, 100.000$00; Mário Ferreira da Costa, 100.000$00; Armando Costa, 25.000$00; José Ferreira Correia, 25.000$00; João Fernandes Torrão, 25.000$00; e António Valente da Silva, 25.000$00.

 

Como se verifica por estes dados, José Maria Vilarinho foi o único elemento que transitou da sociedade anterior, ficando a Artibus, a partir de 1949, a ser controlada pelas famílias Vilarinho e Marta.

 

A saída de Carlos Alberto Pinto da Mota foi suprida com a entrada dos novos sócios António Valente da Silva, Armando Costa, João Fernandes Torrão e José Ferreira Correia, que vieram assegurar competências técnicas nos diversos sectores da fábrica.

 

Dos trabalhadores da fábrica registe-se ainda o nome de José Augusto Ferreira dos Santos (n. 1930), que aí trabalhou como oleiro, entre 1948 e 1959, antes de se transferir para a fábrica Aleluia onde permaneceu até 1969, tendo exercido nesta última a actividade de pintor de painéis e de modelador (cf. http://www.prof2000.pt/users/secjeste/ZeAugusto/Antospg31.htm e http://www.cm-aveiro.pt/www/cache/imagens/XPQ5FaAXX29248aGdb9zMjjeZKU.pdf).

  

A Artibus ainda existia em 1988, pois nas actas da C. M. de Aveiro de 8 de Agosto desse ano (http://www.cm-aveiro.pt/www/cache/imagens/XPQ5FaAXX20848aGdb9zMjjeZKU.pdf) refere-se que seriam imputados à empresa 50% dos custos globais (estimados em 42.266.600$00) das infraestruturas da área sul do Canal do Cojo, onde se situavam os terrenos da fábrica.

 

O grupo escultural aqui reproduzido ilustrou um dos artigos do catálogo da exposição Portuguese Ceramics in the Art Deco Period, realizada em 2005 nos EUA.

 

 

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Janeiro 21 2012

 

 

 

De acordo com o Diário do Govêrno, por escritura de 17 de Abril de 1929, a FLS passou de "sociedade anonima de responsabilidade limitada" a "sociedade por cotas, de responsabilidade limitada", mantendo o seu capital de 2.000.000$00 assim subscrito:

 

"D. Elvira James Gilman, 679.000$00;

 Raúl Gilman, 180.000$00;

 D. Evelyne Maria Howorth, 618.000$00; 

 Rupert Beswicke Howorth, 1.000$00; e

 Herbert Gilbert, 522.000$00."

 

O artigo 4 dos novos estatutos estabelecia: "A denomição social continua a ser a mesma Fábrica de Louça de Sacavém e seguida da palavra Limitada."

 

O parágrafo 2 do artigo 7 indicava a gerência: "Ficam desde já nomeados gerentes efectivos os sócios Raúl Gilman e Herbert Gilbert, e substitutos João Hermenegildo Nogueira de Araújo, o Dr. Nuno de Moura Teixeira e José de Sousa." 

 

O parágrafo único do artigo 11 admitia ainda a possível entrada de mais membros da família Gilbert na gestão da empresa, pois estabelecia o seguinte: "Fica, desde já, expressamente autorizado o sócio Herbert Gilbert [1878-1962] a ceder uma parte da sua cota a seu filho Leland Herbert Gilbert [1907-1979], ficando, depois da cessão, constituindo [sic] duas cotas distintas".

 

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publicado por blogdaruanove às 21:01

Janeiro 19 2012

 

Prato formato Espiga com o motivo 1228 estampado sob o vidrado, apresentando a legenda "PESCA MILAGROSA / NAS COSTAS LINDAS DE PORTUGAL".

 

 

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publicado por blogdaruanove às 21:01

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