Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Setembro 29 2015

 

A autora do blog Cerâmica Modernista em Portugal (http://ceramicamodernistaemportugal.blogspot.pt/), Rita Gomes Ferrão, lançará esta semana um novo livro sobre cerâmica portuguesa, intitulado Querubim Lapa, Primeira Obra Cerâmica: 1954-1974.

 

A apresentação desta obra decorrá durante o dia de inauguração da exposição homónima, promovida pela Galeria Objectismo, de Lisboa, que estará patente nas suas instalações entre 2 de Outubro e 28 de Novembro de 2015.

 

© MAFLS

 

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Setembro 25 2015

Prato de cozinha, com cerca de 29,3 cm. de diâmetro, do último período de produção da FLS.

 

Seguindo uma tendência revivalista, adoptada durante este período em alguns formatos e decorações, esta peça apresenta um motivo floral aplicado a aerógrafo sobre stencil (chapa recortada) que remete para algumas decorações Art Déco muito características das décadas de 1920, 1930 e 1940.

 

 

© MAFLS

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Setembro 20 2015

 

Caixa em porcelana, com cerca de 10, 4 cm. de altura e 11,2 cm. de diâmetro maior, produzida pela Sociedade de Porcelanas, de Coimbra.

 

Habitualmente designadas como guarda-jóias, as caixas deste género, que apresentavam diversos formatos e surgiam predominantemente em conjuntos de toucador em cerâmica ou vidro, mas também em exemplares isolados de estanho ou prata, ou outros materiais, tiveram particular divulgação durante  os segundo e terceiro quartéis do século XX.

 

A decoração deste exemplar apresenta uma exuberante gramática floral característica dos finais da década de 1960, e princípios da década seguinte, podendo padrões semelhantes, mais, ou menos, estilizados, ser encontrados em diversos tecidos estampados desse período.

 

 

© MAFLS


Setembro 15 2015

 

Duas chávenas de café em porcelana, da fábrica checoslovaca Victoria, com imagens estampadas da Torre de Belém e da Praça do Comércio, em Lisboa.

 

Estas peças integram-se na tradicional produção de souvenirs, em vidro, cerâmica, ou ainda noutros materiais, destinados, a partir do século XIX, aos viajantes que seguiram a elitista e aristocrática tendência romântica do grand tour e se vieram a tornar em meros touristes.

 

As chávenas ostentam, a dourado, os números 237, correspondente ao motivo da Praça do Comércio, e 274, correspondente ao motivo da Torre de Belém, tendo sido produzidas entre 1918 e 1939, muito provavelmente na década de 1920.

 

Como se sabe, a Checoslováquia foi um estado que existiu entre 1918 e 1992, período delimitado entre o final da I Grande Guerra e a democratização dos países do bloco do leste europeu.

 

Este último movimento seguiu-se à queda, em 1989, do Muro de Berlim, o qual havia sido instituído após o final da II Grande Guerra, e veio a originar a criação de dois estados independentes naquele território – a República Checa e a Eslováquia, em 1993.

 

 

© MAFLS


Setembro 05 2015

 

Medalha em biscuit, com cerca de 8 cm. de diâmetro, que pretende replicar o famoso e característíco jasperware azul e branco da bicentenária fábrica inglesa Wedgwood (Vejam-se outros exemplares, apresentando técnica semelhante e desenvolvidos por fábricas portuguesas, aqui: http://mfls.blogs.sapo.pt/tag/jasper+ware.) .

 

Modelada e produzida artesanalmente por Herculano Elias (1932-2015), esta peça faz parte de um conjunto de duas medalhas de sua autoria cuja edição foi promovida em 2004 pelos amigos do Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, para assinalar os 70 anos de inauguração daquela instituição.

 

Em memória do mestre ceramista caldense Herculano Elias, falecido a 26 de Agosto de 2015.

 

 

© MAFLS


Setembro 01 2015

 

Acima, pequeno azulejo de friso, com cerca de 4 x 15,8 x 1 cm., apresentando motivos florais estilizados aplicados a stencil (chapa recortada) e aerógrafo sob o vidrado, ostentando no tardoz a inscrição SACAVEM, em relevo, e um X carimbado a verde.

 

Abaixo, decoração rural oitocentista (http://mfls.blogs.sapo.pt/9037.html) numa terrina que recria um formato da FLS do segundo quartel do século XX – denominado D. João V, em edição promovida no ano de 1999, já depois do encerramento da fábrica, pelo município de Loures.  

 

 

Entrando hoje no seu sétimo ano de publicação, o espaço MAFLS continuará a divulgar, com alguma periodicidade, peças de cerâmica portuguesa.

 

Tal como no ano anterior, essa apresentação centrar-se-á agora, predominantemente, na produção de outras fábricas em detrimento daquela que foi desenvolvida pela centenária (passarão em 2016 cento e sessenta anos da sua fundação) Fábrica de Loiça de Sacavém.

 

 

© MAFLS


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