Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Fevereiro 02 2010

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Prova de capa para o catálogo da exposição homónima, realizada em 2005, reproduzindo uma jarra da FLS.

 

A exposição Portuguese Ceramics in the Art Deco Period apresentou nos E.U.A. cerâmica portuguesa de diversas fábricas de faiança e porcelana que se encontravam activas no segundo quartel do século XX – Aleluia, Artibus, Belo, Candal, Carvalhinho, Estatuária, Fonte Nova, Faianças GAL, Germano Luís Silva, Lusitânia, Macedo, Massarelos, OAL, Raúl da Bernarda, Sacavém, Soares dos Reis, Sociedade de Porcelanas, Viana (C.F.) e Vista Alegre.

  

Entre as 180 peças exibidas, provenientes de colecções particulares, nacionais e estrangeiras, e do MCS, encontravam-se 76 exemplares da produção da FLS, o que atesta bem a importância e a diversidade da produção da fábrica.

 

 

Convite da exposição homónima, realizada em 2005, apresentando a imagem de uma jarra em porcelana da Vista Alegre produzida cerca de 1930.

 

O catálogo desta exposição, de que se conhece apenas uma versão policopiada em Inglês, depositada na John Cotton Dana Library, Rutgers University - Newark, apresenta textos do comissário da exposição, António Joel, sobre Portugal e a produção cerâmica portuguesa do período, de Adélio Macedo Correia, sobre a Cerâmica Macedo de Barcelos, de Clive Gilbert, sobre a FLS, e de Ilda Arez, sobre a Vista Alegre.

 

Muitas das peças do acervo do MCS aí exibidas integraram posteriormente a exposição 150 Anos - 150 Peças, Fábrica de Loiça de Sacavém, realizada no MCS em 2006.

 

Capa da newsletter da Primavera de 2005 das Rutgers University Libraries, reproduzindo duas das peças em porcelana da fábrica do Candal, Vila Nova de Gaia, que integraram a exposição.

 

© MAFLS


Muito obrigado pelos esclarecimentos que me deu. Espero continuar a seguir o seu blog com o mesmo entusiasmo.
Antonio Miranda a 3 de Fevereiro de 2010 às 21:08

A exposição deve ter sido magnífica!
Ainda no passado fim de semana vi um par de coelhos Candal, igual a este, na Feira de Aveiro, mas já estavam nas mãos de um colecionador :(
Cumprimentos
Maria Andrade a 24 de Julho de 2012 às 22:36

Viva, Maria Andrade.

Pelo que vi, diria que a cerâmica portuguesa esteve condignamente representada, apesar das limitações logísticas.

Desta série de coelhos do Candal conhecem-se ainda versões em laranja e azul. Embora não pareça, a versão reproduzida acima é amarela.

O que me surpreende, apesar da evidente qualidade de diversas peças do Candal, é o preço muitas vezes pedido pelas suas pequenas figuras em feiras e antiquários do norte do país. Escandalosamente exorbitante e especulativo!

Então quando se trata de vender figuras semelhantes às da produção Hümmel/Goebel... Mais caras que as mais caras peças vintage da fábrica alemã...

Saudações!
blogdaruanove a 15 de Agosto de 2012 às 04:34

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