Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Janeiro 10 2011

 

Estatueta apeada modelada por Armando Mesquita (1907-1982), representando um coronel de Infantaria 19, em uniforme de 1806.

 

Exemplar do acervo do Museu Municipal Leonel Trindade, Torres Vedras.

 

Este regimento tomou parte nas batalhas do Buçaco, a 27 de Setembro de 1810, Fuentes de Oñoro, a 5 de Março de 1811, Salamanca, a 22 de Julho de 1812, Vitoria, a 21 de Junho de 1813, Pirinéus, entre 28 e 30 de Junho de 1813, Nivelle, a 10 de Novembro de 1813, Nive, a 9 de Dezembro de 1813, e Orthez, a 27 de Fevereiro de 1814.

 

Interveio também nos combates do Buçaco, a 28 de Setembro de 1810, da Ponte de Valladolid, a 28 de Outubro de 1812, de Huerba e San Muñoz, a 17 de Novembro de 1812, de Alturas de Zarza, a 31 de Julho de 1813, de Echalar, a 2 de Agosto de 1813, de Zagaramurdi, a 13 e a 31 de Agosto de 1813, e Hastingues, a 23 de Fevereiro de 1814.

 

Participou ainda nos sítios da praça de Badajoz (segundo), desde 19 de Maio a 17 de Junho de 1811, da praça de Ciudad Rodrigo, desde 7 a 19 de Janeiro de 1812, e do forte do Retiro, em Madrid, entre 11 e 13 de Agosto de 1812.

 

Finalmente, interveio nos assaltos ao forte de S. Cristóvão de Badajoz, a 1 e 6 de Junho de 1811.

 

Na época, o Regimento de Infantaria 19 encontrava-se aquartelado em Cascais, onde recolheu a 29 de Agosto de 1814. Actualmente, este regimento encontra-se aquartelado em Chaves onde, na época da Guerra Peninsular, se encontravam estabelecidos o Regimento de Infantaria 12 e os Regimentos de Cavalaria 6 e 9.

 

 

PLANTA DA BATALHA DO NIVELLE em 10 de Novembro de 1813.

 

De acordo com a já referida obra de Luz Soriano, na época da Guerra Peninsular existiam vinte e quatro regimentos de Infantaria em Portugal, com os seguintes números e aquartelamentos – 1, em Belém, Lisboa, 2, em Lagos, 3, em Guimarães, 4, em Lisboa, 5, em Elvas, 6, no Porto, 7, em Setúbal, 8, em Castelo de Vide, 9, em Viana do Castelo, 10, em Santarém, 11, em Viseu, 12, em Chaves, 13, em Lisboa, 14, em Tavira, 15, em Braga, 16, em Lisboa, 17, em Elvas, 18, no Porto, 19, em Cascais, 20, em Abrantes, 21, em Valença, 22, em Leiria, 23, em Almeida, e 24, em Bragança.

 

Entre 1808 e 1814 os efectivos desses regimentos registaram os seguintes números totais – 29.122 em 1808, 32.925 em 1809, 36.356 em 1810, 34.999 em 1811, 37.417 em 1812, 35.226 em 1813 e 35.352 em 1814.

 

© MAFLS


Novembro 27 2010

 

Estatueta apeada modelada por Armando Mesquita (1907-1982), representando um oficial de Caçadores 2, em uniforme de 1810.

 

Exemplar do acervo do Museu Municipal Leonel Trindade, Torres Vedras.

 

O Batalhão de Caçadores 2 esteve empenhado nas batalhas do Buçaco, a 27 de Setembro de 1810, de Fuentes de Oñoro, a 5 de Março de 1811, de Salamanca, a 22 de Julho de 1812, de Vitoria, a 21 de Julho de 1813, dos Pirinéus, entre 28 e 30 de Julho de 1813, de Nivelle, a 10 de Novembro de 1813, de Nive, a 9 de Dezembro de 1813, e de Orthez, a 27 de Fevereiro de 1814.

 

Participou também nos combates de Riobena, a 20 de Outubro de 1812, da ponte de Valladolid, a 28 de Outubro de 1812, de Huerba e San Muñoz, a 17 de Novembro de 1812, de Alturas de Zarza, a 31 de Julho de 1813, de Echalar, a 2 de Agosto de 1813, de Zugaramurdi, a 13 de Agosto de 1813, de Hastingues, a 23 de  Fevereiro de 1814, e Blaye, a 5 de Abril de 1814.

 

Interveio ainda nos sítios da Praça de Badajoz (segundo), entre 19 de Maio e 17 de Junho de 1811, da Praça de Ciudad Rodrigo, entre 7 e 19 de Janeiro de 1812, e do Fuerte del Retiro, em Madrid, entre 11 a 13 de Agosto de 1812.

 

Finalmente, refira-se que este batalhão tomou parte no assalto à Praça de Ciudad Rodrigo, a 19 de Janeiro de 1812.

 

PLANTA das OPERAÇÕES Á VOLTA DE BAYONNA desde Dezembro de 1813 a Fevereiro de 1814 e Batalha de 10 de Dezembro de 1813.

 

De acordo com a já referida obra de Luz Soriano, na época da Guerra Peninsular existiam doze batalhões de Caçadores em Portugal, com os seguintes números e aquartelamentos – 1, em Portalegre, 2, em Tomar, 3, em Vila Real, 4, em Penamacor, 5, em Miranda do Douro, 6, em Penafiel, 7, na Guarda, 8, em Trancoso, 9, em S. Pedro do Sul, 10, em Aveiro, 11, na Feira, e 12, em Ponte de Lima.

 

Entre 1808 e 1814 os efectivos desses batalhões registaram os seguintes números totais – 3.335 em 1808, 3.355 em 1809, 3.878 em 1810, 7.913 em 1811, 7.968 em 1812, 7.074 em 1813 e 6.352 em 1814.

 

Ainda de acordo com Luz Soriano, no final da guerra este Batalhão regressou ao seu aquartelamento a 19 de Agosto de 1814.

 

© MAFLS


Março 10 2010

 

Estatueta equestre, modelada por Armando Mesquita (1907-1982), representando um oficial de Cavalaria N.º 2 ( Regimento de Moura), em uniforme de 1806. 

 

Na tabela de Maio de 1960 esta peça surge sob o número 549/6, "Oficial Cavalaria 2", com o preço de 550$00 e uma indicação de 1.050 gramas de peso, segundo a cópia existente no CDMJA.

 

Exemplar do acervo do Museu Municipal Leonel Trindade, Torres Vedras.

 

 

Portaria de 13 de Setembro de 1814 que veio complementar o decreto de 12 de Dezembro de 1809 e a resolução de 7 de Fevereiro de 1810, actualizando os soldos e gratificações dos oficiais.

 

Na sequência do final da Guerra Peninsular, o príncipe regente D. João (1767-1826; rei, D. João VI, 1816-1826) decidiu recompensar os veteranos das diversas campanhas através de legislação que aumentava os soldos e gratificações dos oficiais.

 

Na mesma data saíu também legislação que providenciava assistência aos oficiais inferiores e soldados, mutilados e estropiados de guerra, mantendo os seus soldos e concedendo a cada um deles a compensação de 40 reis mensais.

 

© MAFLS


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