Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Outubro 30 2016

 

Grande castiçal em faiança, com cerca de 50,4 cm. de altura, modelado pela ceramista Bela Silva (n. 1966).

 

Produzido na fábrica Bordallo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, e comercializado em 2005 pelo Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, esta peça inseria-se num conjunto de criações contemporâneas que pretendia evocar e homenagear a herança da cerâmica caldense, em geral, e celebrar, em particular, o impulso criativo e artístico que Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905) trouxe a esta indústria no último quartel do século XIX.

 

Na mesma ocasião o museu promoveu e comercializou também recriações de conjuntos tradicionais das peças bordalianas em faiança, recobertas a crochet, concebidos por Joana Vasconcelos (n. 1971).

 

 

Capa do catálogo, com design de Jorge Colombo (n. 1963), da exposição de Bela Silva intitulada Antes do Mar, As Águas, que esteve patente no Museu Nacional do Azulejo entre 15 de Abril e 25 de Junho de 1999.

 

 

© MAFLS


Setembro 01 2015

 

Acima, pequeno azulejo de friso, com cerca de 4 x 15,8 x 1 cm., apresentando motivos florais estilizados aplicados a stencil (chapa recortada) e aerógrafo sob o vidrado, ostentando no tardoz a inscrição SACAVEM, em relevo, e um X carimbado a verde.

 

Abaixo, decoração rural oitocentista (http://mfls.blogs.sapo.pt/9037.html) numa terrina que recria um formato da FLS do segundo quartel do século XX – denominado D. João V, em edição promovida no ano de 1999, já depois do encerramento da fábrica, pelo município de Loures.  

 

 

Entrando hoje no seu sétimo ano de publicação, o espaço MAFLS continuará a divulgar, com alguma periodicidade, peças de cerâmica portuguesa.

 

Tal como no ano anterior, essa apresentação centrar-se-á agora, predominantemente, na produção de outras fábricas em detrimento daquela que foi desenvolvida pela centenária (passarão em 2016 cento e sessenta anos da sua fundação) Fábrica de Loiça de Sacavém.

 

 

© MAFLS


Dezembro 24 2014

 

Porque é Natal, retomam-se as habituais saudações a quem visita este espaço, em geral, e a companheiras e companheiros da divulgação cerâmica na blogosfera, em particular, anunciando-se ainda mais uma edição de The Twelve Days of Christmas, o habitual espaço dedicado a cerâmica estrangeira.

 

Porque, como habitualmente, CMP* (http://ceramicamodernistaemportugal.blogspot.pt/) e MUONT (http://modernaumaoutranemtanto.blogspot.pt/) se sentirão certamente mais identificados e evocados numa ou noutra peça das que integrarão a série The Twelve Days of Christmas deste ano, as ilustrações dedicadas a compagnons de route limitam-se a exemplares que evocam mais a heterogeneidade dos espaços de Maria Andrade (http://artelivrosevelharias.blogspot.pt/) e Luís Montalvão (http://velhariasdoluis.blogspot.pt/).

 

 

Apresenta-se em primeiro lugar uma placa em porcelana que a Vista Alegre lançou em 1999, para comemorar o Dia da Mãe, reproduzindo uma pintura executada em mármore branco, existente no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, a qual por sua vez copia um quadro de Rafael (Raffaello Sanzio da Urbino, 1483-1520) que se encontra no Museu Hermitage, de S. Petersburgo, na Rússia.

 

A propósito de réplicas, cópias e miniaturas, tema que Luís Montalvão muito recentemente abordou, apresenta-se de seguida uma miniatura pintada sobre marfim que reproduz a famosa Madonnina, obra originalmente executada em 1897 por Roberto Ferruzzi (1853-1934) e depois abundantemente copiada.

 

 

 

 

 

 

Recordando a menção que Maria Andrade efectuou à sua colecção de netsuke, deixam-me aqui hoje as imagens de animais, esculpidos em marfim, associados ao zodíaco chinês - o Búfalo, ou Boi, e o Rato.

 

Estes animais correspondem simbolicamente a um determinado ano num ciclo de doze anos - 2008, 2020, no caso do Rato, 2009, 2021, no caso do Búfalo, encontrando-nos nós actualmente no ano do Cavalo, o qual acabará a 18 de Fevereiro de 2015.

 

Para todos, votos de Festas Felizes e excelente Ano Novo!

 

 

© MAFLS


Novembro 16 2014

 

Prato em faiança, com cerca de 29,7 cm. de diâmetro, pintado à mão, sob o vidrado, pelo artista plástico moçambicano Inácio Matsinhe (n. 1945).

 

Embora este pintor tenha estabelecido o seu próprio atelier no bairro de Alfama, em Lisboa, durante a década de 1980, o prato terá sido provavelmente executado, em 1999, como se comprova pela data que se segue à assinatura, na fábrica Viúva Lamego.

 

Na arte pública de Lisboa podemos encontrar, junto ao parque da Bela Vista, o painel azulejar que Inácio Matsinhe criou em 1996 para homenagear Mário Cesariny (1923-2006)

 

© MAFLS


Janeiro 25 2014

 

Azulejo executado na fábrica Viúva Lamego, em Lisboa, e comercializado pela galeria Ratton (http://galeriaratton.blogspot.pt/), em edição limitada, numerada e assinada no tardoz, reproduzindo um desenho original da consagrada pintora Paula Rego (n. 1935).

 

Estes azulejos de tiragem limitada, que apresentavam ainda outros motivos, exclusivamente relacionados com o Fogo, foram produzidos em 1999, por ocasião do instalação do painel azulejar alusivo a um dos quatro elementos – Água, Ar, Fogo e Terra, que Paula Rego criou para o Palácio dos Marqueses de Fronteira (http://www.fronteira-alorna.pt/).

 

 

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Outubro 06 2012

 

          

 

Azulejo da fábrica Cerâmica Constância estampado com uma imagem serigráfica da fadista, e actriz, Amália Rodrigues (1920-6 de Outubro de 1999), criada em 1999 por Leonel Moura (n. 1948).

 

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