Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Outubro 06 2013

 

Detalhe da fachada de um edifício da Avenida Pedro Vítor, em Vila Franca de Xira, parcialmente revestida com azulejos da FLS correspondentes ao motivo 14-D.

 

Vejam-se outras variantes de cor deste motivo aqui: http://mfls.blogs.sapo.pt/tag/azulejo+motivo+14.

 

© MAFLS


Dezembro 02 2012

 

Azulejo com decoração Art Nouveau em relevo e vidrado monocromático, numa variante cor de mel do motivo 14.

 

Ao contrário do que acontece com outras variantes deste motivo anteriormente apresentadas, este exemplar encontra-se marcado "(Coroa)" e "SACAVEM", em relevo, no tardoz. 

 

Vejam-se outros exemplares semelhantes, noutras cores, e uma página do catálogo de Agosto de 1910 em: http://mfls.blogs.sapo.pt/tag/azulejo+motivo+14.

 

© MAFLS


Julho 31 2011

 

Azulejo com decoração Art Nouveau, correspondente ao motivo 14-G, em relevo e vidrado monocromático.

 

Apesar de esta peça não se encontrar marcada no tardoz, exemplares semelhantes constam do catálogo de Preços Correntes da Real Fabrica de Louça em Sacavém - Azulejo, de Agosto de 1910, 

 

Veja-se um exemplar semelhante, noutra cor, e uma página desse catálogo em: http://mfls.blogs.sapo.pt/tag/azulejo+motivo+14.

 

© MAFLS


Julho 06 2010

 

A partir de amanhã poderá visitar no Museu de Cerâmica de Sacavém, que este ano comemora dez anos de existência, uma nova exposição, desta vez consagrada às fábricas de Loures no contexto da República.

 

Embora alargando as referências às diversas empresas então existentes – Bachofen & Companhia, Companhia Nacional de Moagens, Fábrica das Chitas (Pedro Dias), Fábrica de Cola de Ossos (Viúva Reis & Companhia Lda.), Fábrica de Estamparia da Nova Ponte, Fábrica de Estamparia e Tinturaria de Algodões, Fábrica de Farinhas e Massas, Fábrica de Moagens (Domingos José de Morais & Irmão), Fiação de Estambre (Oliveira Luzes), Fundição de Sacavém de Baixo (Viúva de Caetano José Xavier) e Serração de Madeiras (Ruston, Proctor & Companhia Lda.), esta exposição dará particular destaque a duas empresas cujo património documental integra o acervo do MCS/CDMJA – a Fábrica de Papel da Abelheira e a Fábrica de Loiça de Sacavém.

 

Entre o diverso acervo da FLS a exibir, encontrar-se-ão fotografias, folhas soltas de um catálogo de azulejos, datado de 1910, da Real Fabrica de Louça em Sacavem (cf. imagem abaixo), excertos da correspondência de 1911 referente à entrega de azulejos para a estação dos caminhos de ferro de S. Bento, Porto, folhas litográficas com motivos decorativos, desenhos do livro de chapas, uma tabela de preços para a loiça decorativa, de 1929, e um livro de barros para a fabricação de louça, azulejos e mosaico, referente ao período de 1902 a 1918.

 

© MCS/CDMJA

 

Reprodução de uma folha de um catálogo de azulejos da Real Fabrica de Louça em Sacavem, autorizada pelo MCS/CDMJA, que poderá ser apreciada na exposição.

 

Embora este motivo tenha começado a ser produzido ainda durante a monarquia, conforme se verifica na designação da fábrica e no preço em reis, continuou a ser utilizado durante muitos anos mais, provavelmente bem até ao final da I República (1910-1926).

 

As letras que acompanham a numeração (neste caso, 14-D) referir-se-ão às diferentes variantes cromáticas. Veja-se a imagem de um azulejo com este motivo em: http://mfls.blogs.sapo.pt/40958.html.

 

Enquadrável no estilo Art Nouveau, este motivo remete ainda para certos aspectos do grafismo Arts & Crafts desenvolvido por artistas como William de Morgan (1839-1917) e William Morris (1834-1896).

 

© MAFLS


Abril 09 2010

 

Azulejo com decoração Art Nouveau, correspondente ao motivo 14, em relevo e vidrado monocromático.

 

Apesar de este exemplar não se encontrar marcado no tardoz, conhecem-se azulejos com esta decoração marcados "Sacavem", alguns dos quais, com vidrado verde escuro, foram exibidos na exposição 150 Anos – 150 Peças, Fábrica de Loiça de Sacavém, realizada em 2006 no Museu de Cerâmica de Sacavém.

 

Esses exemplares integram a colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues (†), umas das maiores colecções privadas portuguesas de azulejos, em depósito parcial no MCS.

 

Na página 33 do livro O Azulejo em Portugal no Século XX (2000), encontra-se também reproduzido um painel destes azulejos, nesta tonalidade, sendo a sua produção atribuída à FLS.

 

 

© MAFLS


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