Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Novembro 18 2017

 

Pequena jarra, com cerca de 13,2 cm. de altura, apresentando decoração escorrida.

 

Embora não ostente qualquer marca na base, decoração escorrida semelhante a esta é característica, em Portugal, da produção de várias fábricas das Caldas da Rainha.

 

© MAFLS


Dezembro 03 2016

 

Taça em faiança rodada e moldada manualmente, com cerca de 5,2 cm. de altura e 14,3 de diâmetro máximo, da oficina de Germano Luís da Silva (1890-1957), nas Caldas da Rainha.

 

Este exemplar foi exibido na exposição Portuguese Ceramics in the Art Deco Period, realizada em 2005 nos EUA, correspondendo a faixa branca horizontal, que surge junto da marca, à banda magnética de segurança aplicada durante aquele evento.

 

Leia-se uma pequena nota sobre a fábrica e veja-se outra peça, já de um período posterior, com a marca Faianças Germano, aqui: http://mfls.blogs.sapo.pt/129008.html.

 

 

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Outubro 30 2016

 

Grande castiçal em faiança, com cerca de 50,4 cm. de altura, modelado pela ceramista Bela Silva (n. 1966).

 

Produzido na fábrica Bordallo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, e comercializado em 2005 pelo Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, esta peça inseria-se num conjunto de criações contemporâneas que pretendia evocar e homenagear a herança da cerâmica caldense, em geral, e celebrar, em particular, o impulso criativo e artístico que Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905) trouxe a esta indústria no último quartel do século XIX.

 

Na mesma ocasião o museu promoveu e comercializou também recriações de conjuntos tradicionais das peças bordalianas em faiança, recobertas a crochet, concebidos por Joana Vasconcelos (n. 1971).

 

 

Capa do catálogo, com design de Jorge Colombo (n. 1963), da exposição de Bela Silva intitulada Antes do Mar, As Águas, que esteve patente no Museu Nacional do Azulejo entre 15 de Abril e 25 de Junho de 1999.

 

 

© MAFLS


Novembro 15 2009

 

Pormenor da página 156 da revista O Occidente, número 44, de 15 de Outubro de 1879, com três gravuras cujas respectivas legendas são: "Luciano Cordeiro – Marcellino Ribeiro Barboza – A exposição de crystaes e ceramica na Sala de D. Manuel".

 

Na página anterior encontra-se o seguinte texto sobre as obras expostas e as fábricas representadas neste espaço:

 

" Sala de D. Manuel. – N'esta sala, a primeira com que se depara ao entrar na exposição, estão dipostas as louças, cristaes [sic] e obras de ceramica.

 

A fabrica da Marinha Grande, da Vista Alegre, de Sacavem e algumas outras, expõem variados typos de louça de todas as qualidades, competindo com os productos com que o estrangeiro habitualmente surte os mercados.

 

A louça das Caldas destaca-se, como em todas as exposições antecedentes a que tem concorrido, pelo seu typo especial e cheio de originalidade, que lhe dá um lugar á parte na ceramica moderna, e a faz apetecida de toda a gente dotada de bom gosto. A louça, imitação do antigo, exposta pelo sr. Cifka, chama as atenções geraes pela magnificencia, que a torna  apta para ser collocada a par das melhores peças artisticas.

 

No seguinte numero trataremos das outras secções em que a arte e o trabalho nacional da mesma fórma se distinguem na exposição patrioticamente promovida pela Companhia Fomentadora do Rio de Janeiro."

 

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