Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Novembro 18 2017

 

Pequena jarra, com cerca de 13,2 cm. de altura, apresentando decoração escorrida.

 

Embora não ostente qualquer marca na base, decoração escorrida semelhante a esta é característica, em Portugal, da produção de várias fábricas das Caldas da Rainha.

 

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Outubro 07 2017

 

Conjunto em cerâmica vidrada, com cerca de 32,2 x 22,2 x 9,3 cm., representando cinco bananas assentes sobre folhagem. 

 

Não apresenta qualquer marca visível, mas conjuntos semelhantes a estes foram produzidos em diversas oficinas e fábricas portuguesas, particularmente nas regiões de Barcelos e Caldas da Rainha.

 

O livro de Adélio Macedo Correia (n. 1943), João Macedo Correia (1908-1987): O Legado de um Ceramista, recentemente publicado, apresenta um conjunto algo diferente deste, mas com vidrado, colorido, composição e dimensões semelhantes, atribuído à Fábrica de Cerâmica de Joaquim Macedo Correia, em Barcelos.

 

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Agosto 20 2017

 

Conjunto de bule e açucareiro, em faiança da fábrica Secla, das Caldas da Rainha, com vidrado verde semi-mate.

 

Note-se como estes formatos, embora tenham sido produzidos e comercializados no pós-guerra, podem perfeitamente enquadrar-se na gramática Art Déco.

 

 

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Julho 23 2017

 

Peça para sala de fumo, com cerca de 6,3 x 13,7 x 6,9 cm., em faiança da fábrica Secla, das Caldas da Rainha.

 

 

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Fevereiro 19 2017

 

Dois açucareiros em faiança da fábrica Secla, Caldas da Rainha.

 

Este formato, com o código P.2942, foi concebido cerca de 1970 pelo designer Joaquim Alberto Pinto Ribeiro (1921-1989), fundador e gerente responsável pela fábrica Secla, para um serviço de café.

 

Exemplares semelhantes estão ilustrados na página 109 do livro A Nova Cerâmica das Caldas (1989), da autoria do mesmo Alberto Pinto Ribeiro, e na página 131 do catálogo da exposição Estúdio Secla: Uma renovação na cerâmica portuguesa, realizada em 1999 no Museu Nacional do Azulejo.

 

 

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Janeiro 22 2017

 

Conjunto de duas chávenas de café, e pires, em faiança da J.P.M., empresa fundada em 1996 e com sede nas Caldas da Rainha.

 

A conjugação dos formatos e das combinações cromáticas foi concebida pelo artista plástico José de Guimarães (n. 1939), correspondendo a uma gramática bem característica das suas criações tridimensionais.

 

Na base, estas peças ostentam os logótipos da Expo'98 e do ICEP (Investimentos, Comércio e Turismo de Portugal), bem como o logótipo que José de Guimarães criou em 1993 para o Turismo de Portugal.

 

 

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Dezembro 03 2016

 

Taça em faiança rodada e moldada manualmente, com cerca de 5,2 cm. de altura e 14,3 de diâmetro máximo, da oficina de Germano Luís da Silva (1890-1957), nas Caldas da Rainha.

 

Este exemplar foi exibido na exposição Portuguese Ceramics in the Art Deco Period, realizada em 2005 nos EUA, correspondendo a faixa branca horizontal, que surge junto da marca, à banda magnética de segurança aplicada durante aquele evento.

 

Leia-se uma pequena nota sobre a fábrica e veja-se outra peça, já de um período posterior, com a marca Faianças Germano, aqui: http://mfls.blogs.sapo.pt/129008.html.

 

 

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Novembro 05 2016

Pequena travessa, com cerca de 17,6 x 23 x 2,1 cm., em faiança da fábrica Secla, Caldas da Rainha.

 

Enquadrando-se claramente na série de motivos regionais comercializada a partir dos desenhos originais concebidos por Hansi Staël (1913-1961), este exemplar não ostenta, contudo, as duas iniciais –  as de  H. S. e as do/a pintor/a da fábrica, que habitualmente surgem junto à marca manuscrita, limitando-se a apresentar apenas a inicial "S", que corresponderá a quem executou a reprodução.

 

 

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Outubro 30 2016

 

Grande castiçal em faiança, com cerca de 50,4 cm. de altura, modelado pela ceramista Bela Silva (n. 1966).

 

Produzido na fábrica Bordallo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, e comercializado em 2005 pelo Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, esta peça inseria-se num conjunto de criações contemporâneas que pretendia evocar e homenagear a herança da cerâmica caldense, em geral, e celebrar, em particular, o impulso criativo e artístico que Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905) trouxe a esta indústria no último quartel do século XIX.

 

Na mesma ocasião o museu promoveu e comercializou também recriações de conjuntos tradicionais das peças bordalianas em faiança, recobertas a crochet, concebidos por Joana Vasconcelos (n. 1971).

 

 

Capa do catálogo, com design de Jorge Colombo (n. 1963), da exposição de Bela Silva intitulada Antes do Mar, As Águas, que esteve patente no Museu Nacional do Azulejo entre 15 de Abril e 25 de Junho de 1999.

 

 

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Outubro 22 2016

Espremedor para citrinos, com cerca de 8,7 x 21,8 x 9 cm., em faiança da fábrica Secla, das Caldas da Rainha.

 

 

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