Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Fevereiro 16 2012

 

 

 

De acordo com o Diário do Governo, por escritura de 11 de Março de 1946, a FLS procedeu a um novo aumento do capital social, de 2.000.000$00 para 3.000.000$00, estando a subscrição desse capital definida da seguinte forma:

 

"Evelyne Maria Howorth, 1.497.000$00; 

 Rupert Beswicke Howorth, 1.500$00;

 Herbert Gilbert, 1.422.000$00;

 Leland Gilbert, 75.000$00; e

 Laura de Moura Teixeira Gilbert, 4.500$00"

 

Com um total de 1.501.500$00, ficou assim estabelecida a posição maioritária da família Gilbert no capital da FLS. Este aumento de capital havia sido decidido na assembleia geral da empresa realizada em 28 de Dezembro de 1944.

 

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Janeiro 21 2012

 

 

 

De acordo com o Diário do Govêrno, por escritura de 17 de Abril de 1929, a FLS passou de "sociedade anonima de responsabilidade limitada" a "sociedade por cotas, de responsabilidade limitada", mantendo o seu capital de 2.000.000$00 assim subscrito:

 

"D. Elvira James Gilman, 679.000$00;

 Raúl Gilman, 180.000$00;

 D. Evelyne Maria Howorth, 618.000$00; 

 Rupert Beswicke Howorth, 1.000$00; e

 Herbert Gilbert, 522.000$00."

 

O artigo 4 dos novos estatutos estabelecia: "A denomição social continua a ser a mesma Fábrica de Louça de Sacavém e seguida da palavra Limitada."

 

O parágrafo 2 do artigo 7 indicava a gerência: "Ficam desde já nomeados gerentes efectivos os sócios Raúl Gilman e Herbert Gilbert, e substitutos João Hermenegildo Nogueira de Araújo, o Dr. Nuno de Moura Teixeira e José de Sousa." 

 

O parágrafo único do artigo 11 admitia ainda a possível entrada de mais membros da família Gilbert na gestão da empresa, pois estabelecia o seguinte: "Fica, desde já, expressamente autorizado o sócio Herbert Gilbert [1878-1962] a ceder uma parte da sua cota a seu filho Leland Herbert Gilbert [1907-1979], ficando, depois da cessão, constituindo [sic] duas cotas distintas".

 

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Janeiro 03 2012

 

 

 

De acordo com o Diário do Govêrno, por escritura de 12 de Abril de 1924, a FLS procedeu a um novo aumento do capital social, de 1.000.000$00 para 2.000.000$00, sendo subscritos:

 

"270.000$00 por D. Elvira James Gilman;

 90.000$00 por Raúl Gilman; 

 200.000$00 por Herbert Gilbert;

 178.000$00 por D. Irene Gonta Ribeiro;

 250.000$00 por D. Eveline E. Howorth;

 2.000$00 por D. Ester Gilman de Carvalho;

 2.000$00 por D. Hermengarda Gilman de Carvalho; 

 2.000$00 por José Maria Pereira;

 2.000$00 por Guilherme Gilman;

 2.000$00 por Edgar H. Hikie; e

 2.000$00 por José de Sousa"

 

As acções passaram a ser 20.000, com o valor de 100$00 cada.

 

Note-se como a posição de Herbert Gilbert (1878-1962), com nova subscrição de 20% neste aumento de capital, fica já consolidada na empresa, apesar de ainda ser manifestamente minoritária.

 

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Dezembro 18 2011

 

 

 

De acordo com o Diário do Govêrno, por escritura de 24 de Outubro de 1923, a FLS procedeu a um aumento do capital social de 500.000$00 para 1.000.000$00, sendo subscritos:

 

"135.000$00 por D. Elvira James Gilman,

 45.000$00 por Raúl Gilman, 

 100.000$00 por Herbert E. O. Gilbert,

 89.000$00 por D. Irene Gontha Ribeiro,

 125.000$00 por D. Eveline E. Howorth,

 1.000$00 por D. Ester Gilman de Carvalho,

 1.000$00 por D. Hermengarda Gilman de Carvalho, 

 1.000$00 por José Maria Pereira,

 1.000$00 por Guilherme Gilman,

 1.000$00 por Edgar Henry Hikie, e

 1.000$00 por José de Sousa"

 

As acções passaram a ser 10.000, com o valor de 100$00 cada.

 

Note-se como a posição de Herbert Gilbert (1878-1962), apesar de ter subscrito 20% deste aumento de capital, é ainda manifestamente minoritária na empresa, tendo embora ultrapassado já, largamente, a participação do mestre José de Sousa (cf. http://mfls.blogs.sapo.pt/57700.html e http://mfls.blogs.sapo.pt/58098.html).

 

Tal facto viria a ter nova alteração no aumento de 1924.

 

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Dezembro 02 2011

 

 

 

De acordo com o Diário do Govêrno, por escritura de 5 de Junho de 1922 a FLS constituíu-se como "sociedade anónima, de responsabilidade limitada", com um capital social de 500.000$00 repartido por 5.000 acções, que ficaram assim subscritas:

 

"D. Elvira James Gilman, com mil trezentas e cinqüenta acções.

 Raúl Gilman, com mil trezentas e trinta acções.

 D. Alice Howorth, com setecentas e cinqüenta acções.

 Sir Henry Howorth, com setecentas e cinqüenta acções.

 D. Evelyne Howorth, com setecentas e cinqüenta acções.

 D. Ester Gilman de Carvalho, com dez acções.

 D. Hermengarda Gilman de Carvalho, com dez acções.

 Guilherme Gilman, com dez acções.

 Herbert Gilbert, com dez acções.

 José de Sousa, com dez acções.

 José Maria Pereira, com dez acções.

 Edgar Henry Hikie, com dez acções."

 

Atendendo à designação "sociedade anónima, de responsabilidade limitada" e às 2.710  acções ainda detidas pela família Gilman é possível, pois, que a marca Gilman Lda., habitualmente indicada como correspondendo apenas ao ano de 1918, tenha sido utilizada, pelo menos, até 1922, ou mesmo 1924.

 

Note-se como a posição de Herbert Gilbert (1878-1962) é ainda manifestamente minoritária na empresa, sendo equivalente à do mestre José de Sousa (cf. http://mfls.blogs.sapo.pt/57700.html e http://mfls.blogs.sapo.pt/58098.html), facto que se manteve no aumento de capital do ano seguinte e só registou significativa alteração no aumento de 1924.

 

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