Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Fevereiro 07 2018

Tigela formato Francês, com cerca de 7,9 cm. de altura e 13,2 cm. de diâmetro máximo, ostentando decoração estampada a castanho.

 

Os dois motivos aqui aplicados não surgem com frequência nas peças da FLS, reproduzindo duas cenas caracteristicamente nortenhas.

 

 

Representam-se nesta tigela um barco rabelo, do rio Douro, e um carro de bois, com bovinos que parecem ser de raças tradicionalmente criadas e utilizadas no Minho e no Douro Litoral.

 

 

© MAFLS

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Junho 02 2013

 

Tigela formato Francês com vidrado monocromático em vermelho sangue-de-boi.

 

Sobre estes vidrados monocromáticos, ver o que foi escrito anteriormente: http://mfls.blogs.sapo.pt/160638.html.

 

 

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Março 23 2012

© MCS/CDMJA 

 

Folha, com desenho do motivo 559 aplicado sobre tigela formato Francês, que se encontra depositada nos arquivos do Centro de Documentação Manuel Joaquim Afonso/Museu de Cerâmica de Sacavém.

 

A nota manuscrita referente ao aviso de 19 de Janeiro de 1937 significa apenas que o motivo deixou de ser produzido a partir dessa data, pois as tigelas formato Francês continuaram a ser produzidas pelo menos até à década de 1950.

 

A reprodução desta imagem é uma cortesia do CDMJA/MCS. 

 

© MAFLS


Outubro 11 2011

 

Tigela, formato Francês, com o motivo 771 estampado a castanho sob o vidrado.

 

 

© MAFLS


Junho 27 2011

 

Pequena tigela estampada a castanho, sob o vidrado, com o motivo número 11, anteriormente designado Tokio.

 

Com cerca de 5,1 cm. de altura, cerca de 8,5 cm. de diâmetro e a capacidade de um decilitro, esta tigela do formato Francês corresponde ao menor tamanho produzido pela FLS.

 

Na tabela de Setembro de 1949 o menor tamanho registado é o da tigela do 8.º lote, com 9 centímetros de diâmetro e a capacidade de 1,5 decilitros.

 

 

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Janeiro 20 2011

 

Tigela formato Francês com decoração estampada sobre o vidrado. 

 

Esta decalcografia é semelhante a diversas outras estampas, com paisagens e tratamento estilizado da vegetação, utilizadas em várias fábricas inglesas durante as décadas de 1920 e 1930.

 

 

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Setembro 08 2010

 

 

Tigela formato Francês, do 5.º, decorada a trincha sobre stencil (chapa recortada), sob o vidrado.

 

Note-se como as rosas estilizadas remetem para o design geometrizante e Arte Nova das "rosas escocesas" de Charles R. Mackintosh (1868-1938).

 

Compare-se esta estilização floral com uma outra que foi apresentada anteriormente: http://mfls.blogs.sapo.pt/39330.html.

 

De acordo com a Tabela de Loiças Domésticas, de Janeiro de 1932, o formato Francês produzia-se em seis lotes – 3.º, 4.º, 5.º, 6.º, 7.º e 8.º, correspondendo cada um, respectivamente, às seguintes capacidades – 9, 7, 5, 3,5, 2 e 1,5 decilitros.

 

O preço para cada dúzia de tigelas do 5.º estava tabelado a 12$70 para "Branco", 13$70 para "Colorido s/ ouro" e 15$65 para "Colorido c/ ouro". 

 

 

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Junho 16 2010

 

Tigela formato Francês, estampada a verde sob o vidrado, com o motivo número 339.

 

 

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Novembro 21 2009

 

Tigela formato Francês com tampa e decoração geométrica aerografada, número 506.

 

O registo desta decoração existente no CDMJA refere que a mesma se destina a "tijelas lisas c/ tampa e Francez".

 

A decoração geometrizante com quadrados e círculos foi particularmente popular durante a década de 1930, sendo comum em azulejos que combinavam estas formas em  várias cores e tonalidades. Ainda hoje é possível observar uma variante dessas combinações geométricas no revestimento em azulejo da estação de Alcântara-Terra, em Lisboa.

 

Nessa mesma década, um dos principais técnicos da secção era Joseph Clemens (datas desconhecidas), que veio da Alemanha para se encarregar do recorte (abertura) das chapas metálicas para decoração a aerógrafo. Segundo o seu filho, Walter Clemens (1934-2007), estas chapas eram em estanho e zinco.

 

Uma lista dactilografada da Secretaria-Geral da FLS intitulada "Estrangeiros que estiveram ao serviço da fábrica em diversos sectores de trabalho", datada de 1971 e depositada no CDMJA, refere que Joseph Clemens, conhecido entre os trabalhadores como José Alemão, entrou ao serviço da fábrica em 15 de Setembro de 1926, como abridor de chapas, aí tendo permanecido até 1971.

 

 

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