Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Janeiro 27 2018

 

Conjunto de dois pequenos azulejos, lambrilhas, com cerca de 7 cm. de lado, parcialmente decorados a stencil (chapa recortada) e pintados à mão, sob o vidrado, com a combinação máxima de quatro cores sobre o revestimento estanífero de fundo.

 

À semelhença de outros exemplares anteriormente reproduzidos, certamente da mesma proveniência (http://mfls.blogs.sapo.pt/outras-fabricas-outras-loicas-cccliv-392994), estas lambrilhas também não apresentam qualquer marca no tardoz. 

 

© MAFLS

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Janeiro 24 2018

 

No dia 26 de Fevereiro de 2018, segunda-feira, entre as 09h30 e as 17h00, decorrerá no Museu de Cerâmica de Sacavém uma conferência inserida nas comemorações dos 150 anos do nascimento de Jorge Rey Colaço (1868-1942), notável pintor cerâmico que colaborou com as fábricas Lusitânia e Sacavém e é autor de diversos painéis azulejares, como os que revestem o Hotel do Buçaco, ou a estação de S. Bento, no Porto.

 

A entrada na conferência é gratuita e encontra-se aberta ao público em geral, mas requer pré-inscrição até ao dia 19 de Fevereiro de 2018, que poderá ser efectuada junto dos serviços da Câmara Municipal de Loures / MCS (carlos_pereira@cm-loures.pt), e estará limitada ao número de lugares disponíveis no auditório do museu.

 

O programa apresenta como moderadores Carlos Luís, Carlos Pereira e Conceição Serôdio, da CM Loures e do MCS, e como oradores convidados Ana Sousa, Augusto Moutinho Borges, Cláudia Emanuel, João Manuel Mimoso, José Meco, Maria Alexandra Gago da Câmara, Paula Azevedo, Pedro Almeida, Rosário Salema de Carvalho, Sílvia Santa-Rita, Teresa Verão, Tiago Borges Lourenço e Tomás Colaço.

 

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Janeiro 21 2018

 

Duas pequenas taças modeladas pelo ceramista Rui Paiva (n. 1956).

 

A primeira, medindo cerca de 7,7 cm. de altura e tendo cerca de 9,7 cm. de diâmetro máximo, foi criada em 2010; a segunda, medindo cerca de 9,8 cm. de altura e tendo cerca de 9,7 cm. de diâmetro máximo, foi criada em 2011.

 

 

Estas duas peças, na sua aparente, mas intencional, imperfeição de acabamento e modelação, nos seus revestimentos, e na sugestão da sua rude origem terrosa, evocam a essência das mais interessantes e clássicas taças de chá japonesas.

 

Visite-se o site do ceramista aqui: http://ruipaiva.net/blog-do-rui, onde estão ilustradas outras peças, funcionais ou decorativas, de maior dimensão, bem como diversas esculturas e instalações cerâmicas.

 

 

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Janeiro 13 2018

 

Pequena jarra bojuda, em pasta cerâmica vermelha e com cerca de 13 cm de altura, apresentando vidrado escorrido policromático.

 

Embora a marca não seja legível, parece corresponder a uma das marcas circulares da fábrica Bordalo Pinheiro, das Caldas da Rainha, do período posterior a Gustavo Bordalo Pinheiro (1867-1920) e à Fábrica San Rafael.

 

 

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Janeiro 11 2018

 

Lambrilha, com motivo e tratamento compositivo revivalista, ostentando no tardoz a legenda, em relevo, SACAVEM.

 

Esta incomum peça da FLS, que alia ao revivalismo composicional o parcial recurso técnico ao stencil (chapa recortada), assinala a publicação do milésimo quingentésimo artigo neste espaço.

 

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Janeiro 10 2018

 

Caixa, com cerca de 5 cm. de altura e 15,2 cm. de lado, ostentando um motivo de inspiração japonesa, estampado, e complementos a platina.

 

Este mesmo motivo foi também aplicado na decoração de pratos de parede, como anteriormente documentado num exemplar ostentando apenas a marca Coroa impressa na pasta: http://mfls.blogs.sapo.pt/17090.html.

 

Tal como acontece naquela peça, também esta apresenta alguns retoques, a esmalte branco, sobre a estampa.

 

 

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Janeiro 07 2018

 

Jarras em faiança, com cerca de 20,4 cm. e 11,7 cm. de altura, produzidas na fábrica Arfai, Alcobaça.

 

Não apresentando qualquer marca, e provavelmente destinados à exportação, estes dois modelos documentam, já no dealbar do século XXI, um revivalismo da centenária gramática Art Nouveau e a preferência por um vidrado verde semi-mate característico também de alguma produção internacional desenvolvida, à época, nesse estilo, nomeadamente em fábricas como a sueca Gustafsberg e as norte-americanas Rookwood e Teco.

 

Evocativas de certas formas vegetais, mas sugerindo também, inequivocamente, formas fálicas, estas jarras recordam ainda, no que respeita a esta última característica, um modelo, o número 326, produzido, há cerca de cem anos, pela fábrica francesa Rambervillers. 

 

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