Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Fevereiro 07 2014

 

Escultura moldada em barro parian (biscuit) reproduzindo o Padrão dos Descobrimentos, na zona de Belém, Lisboa.

 

Esta peça surge referenciada pela primeira vez numa adenda manuscrita, ao exemplar existente no CDMJA, da tabela de Maio de 1960. Sem qualquer indicação de preço, surge sob o número 747 e a designação "Monumento Desc. Infante D. Henrique", com a informação adicional de pesar 295 gramas.

 

Obviamente, trata-se de uma edição realizada no âmbito das Comemorações Henriquinas, que decorreram nesse ano e, entre muitas outras iniciativas, foram também divulgadas através de uma emissão filatélica dos CTT.

 

Sobre a história do Padrão dos Descobrimentos, os seus autores e as suas origens, que remontam à Exposição do Mundo Português, realizada em 1940, veja-se: http://www.padraodosdescobrimentos.egeac.pt/.

 

Fotografia da peça por Hector Castro, coleccionador e proprietário deste exemplar, a quem se agradece a cedência da imagem.

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Fevereiro 02 2014

 

Jarra hexagonal em faiança, com cerca de 30,3 x 11,2 x 10 cm., pintada à mão sob o vidrado.

 

Executada por encomenda em 1993, na Fábrica Sant'Anna, em Lisboa, esta peça ostenta na base quer a data e o número de ordem que se referem a essa encomenda quer ainda o diminutivo da pintora.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Novembro 17 2013

 

Fotografia reproduzida no álbum comemorativo do primeiro centenário da fábrica que, de acordo com a data sempre divulgada pela empresa, se celebrou em 1950, apresentando um aspecto parcial da loja da FLS na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

 

Esta imagem é acompanhada da legenda "O magnífico estabelecimento de exposição e venda, em Lisboa".

 

Entre muitas outras, identificam-se aqui algumas peças semelhantes às já apresentadas neste espaço, como uma "jarra de cinco dedos" (http://mfls.blogs.sapo.pt/242140.html), um frasco de chá (http://mfls.blogs.sapo.pt/30308.html), um bule formato Aldeia (http://mfls.blogs.sapo.pt/214710.html), uma jarra formato 359 (http://mfls.blogs.sapo.pt/134981.html), a escultura de um felino com presa (http://mfls.blogs.sapo.pt/176503.html), a escultura de uma corça (http://mfls.blogs.sapo.pt/16873.html) e algumas figuras da série da Guerra Peninsular.

 

Imagem disponibilizada por Hector Castro, coleccionador e possuidor de um exemplar desta publicação, a quem se agradece a cedência.

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Outubro 10 2013

 

O vazio desta fachada que, para os mais optimistas e bem-intencionados, poderia significar a remoção provisória de um revestimento azulejar para limpeza e restauro, documenta, afinal, mais um irreversível atentado contra a memória e o património azulejar do país.

 

Resta saber se, por incúria, ignorância, ou dolo intencional, o centenário painel produzido em 1912 na Fábrica de Loiça de Sacavém foi total e irremediavelmente destruído, como garantem alguns testemunhos, ou se terá sido velada, inescrupulosa e malevolamente retirado da fruição pública.

 

Vejam-se os artigos anteriormente publicados neste espaço sobre o desaparecido painel, e aquele que subsistiu, aqui: http://mfls.blogs.sapo.pt/tag/a.+dean.

 

Abaixo reproduz-se o artigo publicado sobre este assunto no jornal Diário de Notícias do passado dia 8 de Outubro de 2013, com uma imagem não creditada mas aparentemente retirada de um dos artigos publicados neste espaço.

 

No artigo daquele jornal deve corrigir-se a incorrecta afirmação de que o painel desaparecido denotava uma composição de influência chinesa, quando, entre diversas outras características, o kimono, o penteado e os kanzashi (http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/382122.html) comprovam inequivocamente ser esta uma composição reminiscente da tendência japonizante que, no ocidente, marcou a pintura e as artes decorativas das últimas três décadas do século XIX.

 

 

© MAFLS

 

publicado por blogdaruanove às 21:01

Junho 28 2013

 

Detalhe do revestimento azulejar da fachada de um edifício na rua São Filipe Neri, em Lisboa.

 

Estampados com o motivo 400 (http://mfls.blogs.sapo.pt/tag/azulejo+motivo+400), estes exemplares permitem documentar diferentes tonalidades decorrentes da desigual acumulação de tinta em cada azulejo.

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Abril 06 2013

     

 

Jarra hexagonal, com cerca de 24,1 x 10,8 x 9,8 cm., pintada à mão sob o vidrado.

 

Executada por encomenda em 1993, na Fábrica Sant'Anna, esta peça apenas ostenta na base o número de ordem que se refere a essa encomenda.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Março 22 2013

 

Prato raso em faiança, da fábrica inglesa C. & J. Shaw Jun.r, estampado a azul, sob o vidrado, com cinco vistas de locais e monumentos lisboetas.

 

Este motivo, denominado Braganza, foi registado pela firma Hope & Carter a 27 de Abril de 1864, conforme se verifica pelos códigos inseridos no losango.

 

A data é consistente com alguns dos monumentos e locais apresentados – ao centro a estátua de D. José I, no Terreiro do Paço, acima o Teatro D. Maria II, no Rossio, à direita uma fonte do Passeio Público, em baixo o pelourinho, actualmente na Praça do Município, e à esquerda o monumento a Camões, na praça homónima.

 

Com efeito, o monumento a Luís de Camões foi projectado em 1860 e inaugurado apenas em 1867, tendo o Passeio Público começado a desaparecer em 1879 para que em 1886 aquela que hoje se denomina Avenida da Liberdade fosse inaugurada.

 

Para um prato similar e uma explicação dos códigos patentes na marca ver um artigo de Maria Andrade: http://artelivrosevelharias.blogspot.pt/2010/10/prato-ingles-com-motivo-braganza.html.

 

Para além da cor aqui apresentada, conhece-se este motivo numa tonalidade avermelhada.

 

Ainda dentro da temática portuguesa, conhecem-se também motivos alusivos ao Mosteiro da Batalha estampados em diversas peças inglesas – pratos, travessas e terrinas, do século XIX.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Setembro 01 2012

 

Figura em faiança da unidade de Coimbra da Companhia das Fábricas Cerâmica Lusitânia, com cerca de 15,2 cm. de altura, apresentando decoração policromática a esmalte sobre o vidrado.

 

Como se pode constatar, o tratamento desta figura evoca um curioso cruzamento entre as figuras Hümmel anteriormente referidas (http://mfls.blogs.sapo.pt/tag/h%C3%BCmmel), que começaram a ser comercializadas a partir de 1935, e as figuras da série Bébé da FLS (http://mfls.blogs.sapo.pt/56396.html), lançadas a partir de 1945.

 

Uma vez que esta peça não foi produzida antes da década de 1930, dado ser da unidade e Coimbra, e muito provavelmente possa ser de meados da década 1940, é possível que esta seja a resposta concorrencial da CFCL à série Bébé da FLS, embora não se conheçam muitas figuras da CFCL dentro desta gramática.

 

Como se verifica abaixo, esta peça corresponde ao formato 153. Na exposição Portuguese Ceramics in the Art Deco Period, realizada nos EUA em 2005, exibiu-se uma figura de um gato, com marca semelhante, correspondente ao formato 167.

 

Nesse evento exibiu-se ainda a figura de um pelicano, correspondente ao formato 113, com a marca CFCL2, peça semelhante a uma que já foi apresentada por MUONT (http://modernaumaoutranemtanto.blogspot.pt/2011/11/pelicano-da-lusitania-coimbra.html#links). Atendendo ao que se refere nesse artigo, a presença de uma marca de Coimbra, fica a dúvida sobre a produção dos mesmos formatos nas unidades de Coimbra e Lisboa.

 

A propósito da marca desta peça, ensaia-se aqui uma tentativa de sistematização, não exaustiva, de diferentes marcas impressas da CFCL, apresentando-se primeiro, por ordem cronológica, as marcas que possivelmente teriam sido exclusivas da unidade de Lisboa. 

 

Permanece, no entanto, a dúvida se a marca CFCL3 não teria sido comum às diferentes unidades da CFCL a partir da década de 1950.

   

                    

CFCL1                                                     CFCL2                                                      CFCL3

 

Foi a partir de 1929 que a CFCL expandiu consideravelmente o seu património e colocou em prática um plano de reconversão, modernização e diversificação de unidades industriais, originando assim o lançamento de diferentes marcas, conforme se pode constatar no relatório e contas da direcção da CFCL para esse ano:

 

"Completado com pleno êxito, no exercício de 1928, o primeiro plano do desenvolvimento industrial, que o nosso director geral iniciara há cêrca de  oito anos, começámos no exercício  findo a efectivar o segundo plano que, de um modo geral, mereceu já a vossa aprovação.

 

No exercício findo adquiriram-se por compra três novas fábricas de produtos cerâmicos, a de Alcarraques, a de Arraiolos e a de Coimbra, que, livres de encargos, pertencem hoje integralmente à nossa Companhia.

 

As novas fábricas possuem terrenos anexos com mais de 250:000 metros quadrados, uma superfície construída de cêrca de 40:000 metros quadrados, e devem ocupar, quando em marcha normal, mais de 1:000 operários.

 

Na nova fábrica de Coimbra, destinada especialmente a cerâmica fina, estamos concentrando quási todos os nossos esforços, com o objectivo de transformá-la ràpidamente numa das maiores fábricas da especialidade. Algumas secções trabalham já regularmente e esperamos normalizar a produção de todas elas durante o exercício de 1930.

 

É evidente que a aquisição das novas fábricas e o apetrechamento da fábrica de Coimbra, onde se construíram já cinco novos fornos e se utilizaram mais de trinta vagões de maquinismos e utensílios, nos obrigou a grandes imobilizações de dinheiro. Porém, os nossos recursos fizeram face a todos os encargos, mesmo os resultantes da compra de novas matérias primas, continuando a situação financeira da nossa Companhia a ser desafogada."

 

Abaixo apresentam-se três marcas impressas relativas a Coimbra, ressalvando-se o facto de se conhecerem também marcas de Coimbra pintadas à mão: http://modernaumaoutranemtanto.blogspot.pt/2011/11/jarra-esferica-lusitania-coimbra.html#links.

 

                   

CFCL Coimbra1                                       CFCL Coimbra2                                      CFCL Coimbra 3

 

Já no relatório e contas da direcção da CFCL para o exercício de 1930 continua a afirmar-se o sucesso da sua política e a consolidação do seu crescimento:

 

"A grave crise económica e financeira que, de um modo geral, afecta todos os países atingiu em Portugal o seu período agudo. A nossa Companhia sentiu-lhe, como é natural, os efeitos, mas o moderno apetrechamento das nossas fábricas, a perfeição dos nossos variados produtos, a nossa boa organização e os nossos fortes recursos permitiram-nos assim mesmo aumentar consideràvelmente as nossas vendas e obter lucros muitos superiores aos do exercício de 1929.

 

À nova fábrica de Coimbra continuou o nosso director geral a dispensar a maior parte dos seus esforços. A produção desta fábrica está hoje normalizada e os respectivos produtos, especialmente a louça sanitária, os azulejos, o grés, os produtos de barro vermelho e os pavimentos hidráulicos e cerâmicos, estão obtendo um interessante sucesso no mercado. As obras de ampliação, a instalação de novas máquinas e a construção de novos fornos tomaram no exercício findo grande desenvolvimento, e vão continuar, com a possível actividade, no exercício de 1931.

 

Nas outras fábricas continuámos a habitual política de aperfeiçoamento e modernização, conservando-se paradas duas delas, por assim o aconselharem os nossos interêsses e a situação do mercado.

 

Estabelecemos no exercício findo o nosso depósito no Pôrto, ficando o escritório e os armazéns centrais instalados na Rua do Almada, 249 a 253.

 

Adquirimos em 1930 uma casa de habitação e uma regular propriedade rústica em Coimbra, e terrenos de apreciável valor industrial nos lugares de Marmeleira, Adémia e Alcarraques."

 

CFCL Porto / Massarelos

 

Apesar das dificuldades decorrentes do contexto económico-financeiro e de grandes contratempos na implementação total e eficaz da unidade de Coimbra, a política de expansão e aquisições da CFCL veio a desenvolver-se durante mais alguns anos, culminando em 1936 com a compra da fábrica de Massarelos, no Porto.

 

Essa aquisição originou o aparecimento de uma nova marca, LUFAPO / MASSARELOS, que se reproduz acima. Como se verifica, esta é uma marca que manteve na essência o modelo instituído no início do século XX durante a fase da Empresa Cerâmica Portuense (1904-1912), o qual fora também preservado posteriormente na fase Chambers & Wall (1912-1936).

 

Assim, no interior do círculo, às iniciais ECP sucederam-se as iniciais C&W e, no período CFCL, a cruz de Cristo.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Junho 30 2012

 

Jarra em faiança, produzida na fábrica Lusitânia/Companhia das Fábricas Cerâmica Lusitânia, de Lisboa, com cerca de 30,8 cm. de altura, apresentando decoração floral pintada à mão sobre o vidrado.

 

O craquelé visível na imagem corresponde ao envelhecimento natural do vidrado e da pasta, decorrente da contracção e distensão desses componentes, e não a uma indução artificial desse efeito.

 

As linhas escurecidas que acentuam o efeito craquelé correspondem também às manchas decorrentes do uso, pois, como se pode observar, não se apresentam distribuídas uniformemente pela superfície da jarra.

 

A representação das flores de grandes dimensões nestas tonalidades remete claramente para a tendência decorativa da cerâmica inglesa das décadas de 1920 e 1930, nomeadamente a que corresponde à desenvolvida por Clarice Cliff (1899-1972) para a Newport Pottery, mas também a que corresponde a uma estilização floral mais complexa desenvolvida por Truda Carter (1890-1958) na Poole Pottery.

 

Vista aérea das instalações da CFCL, em Lisboa, delimitadas pela Avenida João XXI, em primeiro plano, e pela Rua do Arco do Cego, à direita.

 

Os preâmbulos dos relatórios da direcção, balanço e contas da CFCL são geralmente mais extensos que os das suas congéneres e representam um testemunho valioso sobre a situação da indústria cerâmica portuguesa nos períodos a que se referem.

 

Pelas suas características particulares e pela sua quase forma de manifesto, transcreve-se aqui a parte mais significativa do preâmbulo do relatório de 1946, que, em certas passagens, não deixa de apresentar factos curiosos face à actual situação do país.

 

"Não diminuíram as dificuldades com que a nossa indústria vem lutando desde há anos nem as formalidades que a perturbam e oneram. É certo que o transporte das matérias-primas, combustíveis e produtos se tornou mais fácil, mas não cessou ainda a inútil intervenção do Grémio dos Industriais de Cerâmica na requisição de vagões, a qual provoca grandes atrasos nos fornecimentos, graves perturbações nas obras e considerável desvio de mercadorias do caminho de ferro.

 

No que respeita a combustíveis, as dificuldades aumentaram muito e os preços também; por isso muitos dos nossos fornos se mantiveram em marcha reduzida ou tiveram mesmo de parar.

 

Os salários, ordenados e encargos correspondentes aumentaram enormemente e por vezes com condenável efeito retroactivo e sempre sem prévia aprovação dos industriais ou simples consulta, como seria necessário em problema de tal importância."

  

Vista parcial das terraplanagens para a sede da CGD e da chaminé que veio a ser integrada na envolvente do edifício.

 

"É de aceitar e até de louvar todo o esforço tendente a melhorar as condições de vida da população portuguesa, mas, para evitar perturbações e futuras dificuldades, este esforço deveria efectivar-se simultâneamente em todas as actividades e em todo o País, sem exceder nunca as possibilidades normais; por outro lado, não se justifica, e até parece erro, susceptível de causar indesejáveis perturbações na administração pública, que as actividades particulares sejam obrigadas ou se obriguem a pagar, como mínimo, salários superiores ou, pelo menos, sensivelmente superiores aos que o Estado e os corpos administrativos pagam. 

 

A indústria de cerâmica tem no País boas tradições e largas possibilidades de desenvolvimento; todavia, não avançou apreciàvelmente nos últimos seis ou sete anos e as perspectivas quanto ao futuro parecem-nos bastante sombrias. Na realidade trata-se de uma indústria pobre e que exige muita mão-de-obra, porquanto os encargos com o pessoal podem calcular-se entre 30 e 50 por cento do preço de venda dos produtos. É fora de dúvida que uma indústria como esta, de pequena cifra de vendas e ocupando numerosa mão-de-obra, não pode, sob pena de se arruinar ou tornar parasitária, pagar salários ou ordenados tão elevados como os das actividades ricas, em que o encargo com o pessoal não conta apreciàvelmente no custo da produção ou nos gastos gerais. A verdade, porém, é que a indústria de cerâmica deve ser hoje a que mais elevados salários está obrigada a pagar ao pessoal não especializado e, quanto a ordenados, está obrigada a pagar, pelo menos, o dobro do que é corrente no País." 

 

Vista do edifício sede da CFCL, na Rua do Arco do Cego, 88, em Lisboa.

 

"O aumento de preços dos produtos para poder fazer face a encargos desta natureza parece-nos erro grave, destinado a provocar muitas desilusões, algumas ruínas e perigosas perturbações. Estamos convencidos de que com os encargos actuais a indústria de cerâmica tem de resignar-se a perder os mercados externos e, em face da actividade que a concorrência estrangeira começa a desenvolver, receamos bem que venha a ser batida, em certos produtos, no mercado interno.

 

É evidente que estas inegáveis realidades têm sido ignoradas ou esquecidas e que existe entre os industriais de cerâmica certo alarme e efectivas preocupações em relação ao futuro; e, como não somos alheios a tais realidades nem a este estado de espírito, julgamos conveniente fixar que não nos cabem culpas ou responsabilidades relativamente aos factos referidos, dado que, como é bem sabido, a nossa companhia tem sido sistemàticamente mantida afastada de todas as funções gremiais dirigentes."

 

As três fotografias reproduzidas acima ilustram aspectos das instalações da CFCL, em Lisboa, nas décadas de 1970 e 1980. A imagem das terraplanagens documenta já uma das fases iniciais das obras para edificação da sede da Caixa Geral de Depósitos que, como já foi referido (http://mfls.blogs.sapo.pt/71973.html), se iniciaram em 1987.

 

Agradece-se a Carmen Monereo a cedência das mesmas, as quais foram originalmente publicadas no Boletim da CGD, número 246, de Março de 2004.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Junho 17 2012

 

Cinzeiro formato Inglês com filetagem e uma imagem da Torre de Belém, Lisboa, estampada sobre o vidrado.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

mais sobre mim
Abril 2018
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
12
13
14

16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30


pesquisar
 
subscrever feeds