Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Outubro 08 2016

 

Pequena jarra, com cerca de 9,3 cm. de altura, da Sociedade de Porcelanas, Coimbra.

 

Apresentando um invulgar tronco pentagonal, ostenta numa dessas cinco faces decoração vegetal, em relevo moldado, que está sublinhada com delineação a verde, aplicada manualmente.

 

Note-se, ainda, como a referenciação do formato, J29, replica o sistema utilizado na Electro-Cerâmica do Candal (http://mfls.blogs.sapo.pt/outras-fabricas-outras-loicas-ccv-309389), de Vila Nova de Gaia, que a partir de 1945, tal como a SP, passaria a integrar definitivamente o grupo Vista Alegre.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Setembro 10 2016

 

Pequena leiteira, com cerca de 7,5 cm. de altura, 6,4  cm. na diagonal inferior e  8,6 cm. na diagonal superior, em porcelana da Sociedade de Porcelanas, de Coimbra. Apresenta na base, incisos, os números 4, impresso, e 15, manuscrito.

 

Expoente máximo dos modelos Art Déco da SP, este formato, denominado Cúbico, surge habitualmente com decoração geometrizante que, por vezes, pode acentuar ainda mais a desconstrução, minimalista e escultórica, do cubo – um corte na parte superior de um vértice, que fende a pasta virando-a para o exterior e criando o bico, um recorte no vértice oposto, que esculpe e vaza o interior criando a asa.

 

O resultado desta intervenção contida é uma evoção clara de quadrados, círculos e triângulos e a sugestão da sua projecção tridimensional, total ou seccionada, em cubos, esferas e pirâmides.

 

Numa cuidadosa e harmoniosa adaptação ao formato, este exemplar apresenta, contudo, uma ave exótica, motivo bem característico, também, de alguma decoração cerâmica internacional do período Art Déco.

 

 

Como já foi referido anteriormente, em Portugal conhecem-se ainda motivos com aves exóticas na produção cerâmica, decorativa e doméstica, da Companhia das Fábricas Cerâmica Lusitânia, quer da sua unidade de Coimbra quer da unidade de Lisboa, da Electro-Cerâmica, do Candal, e da Vista Alegre, de Ílhavo.

 

Acerca deste género de decoração, consultem-se os três artigos sobre Marcel Goupy (1886-1954) anteriormente aqui publicados: http://mfls.blogs.sapo.pt/tag/marcel+goupy.

 

Vejam-se mais alguns exemplares, com diferentes motivos deste notável formato, nas publicações de MUONT : http://modernaumaoutranemtanto.blogspot.pt/2012/01/servico-de-cafe-modelo-cubico-porcelana.html.

 

Apesar da sua protuberância no bico, que contradiz os princípios subjacentes à patente inglesa 693783 – empilhamento fácil e arrumação compacta sem danos, este modelo da SP será de origem estrangeira e derivará certamente dos famosos Cube Teapots, patenteados cerca de 1922, que foram comercializados por diversas fábricas do Reino Unido, como a Minton ou a Wedgwood, e equiparam navios como o Queen Mary ou o Queen Elizabeth.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Setembro 20 2015

 

Caixa em porcelana, com cerca de 10, 4 cm. de altura e 11,2 cm. de diâmetro maior, produzida pela Sociedade de Porcelanas, de Coimbra.

 

Habitualmente designadas como guarda-jóias, as caixas deste género, que apresentavam diversos formatos e surgiam predominantemente em conjuntos de toucador em cerâmica ou vidro, mas também em exemplares isolados de estanho ou prata, ou outros materiais, tiveram particular divulgação durante  os segundo e terceiro quartéis do século XX.

 

A decoração deste exemplar apresenta uma exuberante gramática floral característica dos finais da década de 1960, e princípios da década seguinte, podendo padrões semelhantes, mais, ou menos, estilizados, ser encontrados em diversos tecidos estampados desse período.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Setembro 01 2014

 

Mealheiro em porcelana da Sociedade de Porcelanas, Coimbra, representando uma galinha estilizada alusiva ao aforismo "Grão a grão enche a galinha o papo.

 

Esta imagem não teve qualquer retoque digital para mostrar propositadamente a fractura que resultou do uso da peça enquanto mealheiro, que depois veio a ser aberto pelo método tradicional.

 

Veja-se um outro mealheiro alusivo ao mesmo aforismo, este da FLS, aqui: http://mfls.blogs.sapo.pt/25039.html.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 17:01

Julho 26 2014

 

Conjunto de açucareiro, cafeteira, leiteira e manteigueira da Sociedade de Porcelanas, de Coimbra.

 

Aplicada sobre um formato associado à gramática Art Déco, encontramos uma decoração, correspondente ao motivo LB 5056, claramente evocativa da influência do movimento suprematista.

 

Curiosamente, apesar de na base da cafeteira se encontrar manuscrita a identificação do formato como sendo Belga, este corresponde, efectivamente, ao formato Porto.

 

Veja-se uma variante cromática desta decoração, apresentada por MUONT, aqui: http://modernaumaoutranemtanto.blogspot.pt/2011/12/servico-de-cha-modelo-porto-porcelana.html.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Maio 17 2014

 

No dia em que, simbólica e supostamente, se fecha uma caixa de inanidades e se assiste ao demagógico e propagandístico regozijo oficial, enquanto sobre o país pairam inexoráveis avejões e a maioria dos portugueses sofre a dura realidade quotidiana herdada daquela tecnocrática boceta de Pandora, apresentam-se duas caixas de porcelana de diferentes fábricas e com diferentes formatos.

 

Primeiramente, um exemplar com decoração floral estampada, e complementos a platina, da fábrica Electro-Cerâmica do Candal. Esta caixa, com cerca de 7,6 x 11,9 x 7,6 cm., corresponde ao formato F8 da EC, como se pode comprovar no final do artigo.

 

Tal formato teve uma variante quadrada, que se conhece com decoração alusiva à Exposição do Mundo Português, realizada em Lisboa no ano de 1940 (cf. http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/tag/exposi%C3%A7%C3%A3o+do+mundo+portugu%C3%AAs).

 

 

Seguidamente, uma pequena caixa da Sociedade de Porcelanas de Coimbra, com cerca de 3,9 cm. de altura e 7 cm. de diâmetro, apresentando decoração vegetalista e floral, estilizada ao gosto Art Déco, pintada à mão e com complementos a ouro.

 

Embora estes exemplares sejam os dois, provavelmente, da década de 1940, note-se como a caixa da SP ostenta um motivo claramente modernista na sua representação figurativa.

 

Na marca da Electro-Cerâmica, note-se como surge um segundo logótipo esmaltado sobre o vidrado que foi sobreposto ao logótipo inciso na pasta.

 

     

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Setembro 10 2013

 

A propósito das alterações que durante as décadas de 1960 e 1970 se fizeram no equipamento e na produção das fábricas portuguesas de cerâmica, e das referências a esse assunto que Clive Gilbert (n. 1938) fez no mais recente artigo das suas Memórias (http://mfls.blogs.sapo.pt/261086.html), apresenta-se hoje um prato que celebra a inauguração do forno Riedhammer de cozedura rápida na Vista Alegre.

 

A empresa alemã Riedhammer, fundada em 1924 e actualmente integrada no grupo empresarial italiano SACMI (http://www.sacmi.com/Default.aspx?ln=en-US), ainda hoje é uma das líderes de mercado no equipamento especializado para fábricas cerâmicas, tendo fornecido mais de 8.000 unidades industriais em todo o mundo, podendo saber-se mais sobre os seus produtos aqui: http://www.riedhammer.de/default.aspx?ln=en-US

 

Aproveita-se a oportunidade para divulgar três marcas da VA que não são muito comuns nem são habitualmente reproduzidas nos livros e catálogos relativos à fábrica.

 

                    

 

A primeira corresponde à já conhecida dupla marcação da SP, sob o vidrado, e da VA, sobre o vidrado, sendo a marca VA do período 1947-1968, período em que esta dupla marcação não era muito comum, como já foi referido (http://mfls.blogs.sapo.pt/129589.html). Encontra-se aplicada num conjunto de loiça infantil formato Angola da SP, formato relançado na década passada pela VA com algumas peças monocromáticas avulsas, e tem a particularidade de apresentar uma tonalidade verde-água pouco vulgar.

 

A segunda é uma variante da marca correspondente ao período de 1968 a 1971, surgindo predominantemente na loiça destinada à hotelaria. Encontra-se aplicada num prato de sobremesa formato Sagres, a linha que durante décadas foi um sucesso de vendas nos fornecimentos de hotelaria e restauração da VA, produzido para a antiga Albergaria dos Condes de Barcelos, em Barcelos.

 

A terceira corresponde à celebração dos cento e sessenta anos da fundação da VA, encontrando-se aplicada num conjunto relevado de pires e chávena de café com decoração a dourado.

 

A marca patente no prato comemorativo que hoje se apresenta corresponde, como é óbvio e se pode verificar abaixo, ao período de 1971 a 1980.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Dezembro 01 2012

     

 

Estatueta, em biscuit da Sociedade de Porcelanas, representando uma tricana de Coimbra.

 

Com cerca de 19,8 cm. de altura, esta peça aproxima-se claramente, quer na temática quer na modelação, das diversas estatuetas com trajos regionais produzidas pela Vista Alegre a partir do segundo quartel do século XX.

 

No entanto, os diversos detalhes da delicada modelação, o requebro das ancas e da cintura, e toda a sensação de longilínea elegância que emana desta estatueta, aproximam-na muito mais dos estilizados exemplares femininos modelados na VA durante o período 1947-1968, como a Mulher da Beira Litoral, a Mulher do Douro Litoral, ou a Varina de Lisboa, do que das figuras mais compactas e estáticas do período anterior (1922-1947).

 

É muito provável, aliás, que o modelador das referidas peças da VA tenha sido também o autor desta estatueta. O que não será de modo algum surpreendente, se recordarmos que a VA consolidou a sua posição na administração da SP em 1945, depois de um processo de aquisição que se tinha iniciado dez anos antes.

 

A revista Vista Alegre número 18, de Abril de 2001, apresenta um artigo de oito páginas dedicado ao escultor, modelador e gravador coimbrão Cabral Antunes (1916-1986), onde são apresentadas doze das treze figuras regionais que, em 1956, criou para a VA, incluindo as três mencionadas acima.

 

Comparando os traços característicos daquelas figuras com os desta tricana, facilmente se conclui que Cabral Antunes terá sido certamente o autor desta estatueta em biscuit da SP.

 

Medalha da autoria de Cabral Antunes cunhada em 1978.

 

Como se pode constatar pelo exemplar reproduzido acima, o autodidacta Cabral Antunes foi ainda um notável medalhista, actividade que iniciou em 1963 com uma peça dedicada ao escritor Aquilino Ribeiro (1885-1963).

 

Nessa área, celebrizou-se quer pelas composições figurativistas colectivas de algumas alegorias históricas, como a apresentada acima e a que pode ser vista aqui: http://chaves.blogs.sapo.pt/351622.html, quer pelo figurativismo realista de efígies singulares, como a que pode ser vista aqui: http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/292007.html.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Fevereiro 25 2012

 

Chávena de café e pires formato Porto, da Sociedade de Porcelanas de Coimbra, com filetagem dourada e decoração geométrica esmaltada sobre o vidrado. Ambas as peças apresentam a marca SP1.

 

O motivo geométrico triangular aplicado nesta decoração é claramente evocativo de uma famosa litografia construtivista de El Lissitzky (1890-1941), editada em 1919 e reproduzida abaixo, denominada Derrotar os Brancos com a Cunha Vermelha, título que alude ao confronto entre bolcheviques (vermelhos) e mencheviques na URSS.

 

A evocação é ainda mais evidente quando se sabe que esta decoração também foi comercializada pela SP em vermelho (cf. http://modernaumaoutranemtanto.blogspot.com/2012/01/servico-de-cafe-modelo-cubico-porcelana.html#links), embora neste caso se tratem de chávenas e pires octogonais do formato Cúbico, onde o valor simbólico da intersecção do círculo pelo triângulo está diluído.

 

Este exemplar foi exibido na exposição Portuguese Ceramics in the Art Deco Period, realizada nos EUA em 2005, conjuntamente com um bule, uma leiteira, um açucareiro e uma chávena de chá com pires (respectivamente, números 45 e 48 a 51 do catálogo) do mesmo formato e com a mesma decoração, embora as asas destes últimos estejam apenas decoradas com uma filetagem a ouro.

 

 

Conforme já foi referido anteriormente (cf. http://mfls.blogs.sapo.pt/143462.html), aquela que mais tarde ficou a ser a Sociedade de Porcelanas de Coimbra denominava-se Porcelana de Coimbra quando se constituíu como sociedade anónima de responsabilidade limitada, em 13 de Maio de 1922.

 

A designação Sociedade de Porcelanas, Limitada, foi instituída a 31 de Agosto de 1926, num período em que a situação empresarial e financeira da Porcelana de Coimbra (PC) era já preocupante e a SP lhe sucedeu, com a fábrica na Arregaça.

 

Com efeito, a PC acabou por ser dissolvida em 8 de Julho de 1929, tendo entrado em imediata liquidação, para a qual foram nomeados "com os mais amplos poderes" Faustino Corrito e José Cordeiro Guerra, poderes que incluíam os "de venda ou alienação de bens móveis e imóveis da sociedade particularmente, sem dependência de hasta pública".

 

O activo desta sociedade veio a ser colocado em praça a 17 de Julho desse ano. Ainda a 25 de Outubro de 1929, na sequência deste processo, foi contraído pela SP um empréstimo junto da Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdência, garantido com hipoteca e penhor mercantil dos antigos bens da Porcelana de Coimbra.

 

Este empréstimo encontrava-se ainda por liquidar a 28 de Junho de 1935, data em que foi substituído o pacto social da SP. A 15 e 27 desse mês havia-se registado a primeira intervenção da Empresa Electro-Cerâmica (EEC), do Candal, e da Vista Alegre, de Ílhavo, no capital social da SP, que era então de 10.000$00 e passou a estar equitativamente dividido por estas duas empresas.

 

Um dos responsáveis pela VA, João Teodoro Ferreira Pinto Basto (1870-1953), na sua obra A Cerâmica Portuguesa (1935), que reproduz um discurso proferido em 20 de Dezembro de 1934, refere o seguinte sobre a SP:

 

"6.º Centro – Coimbra – Porcelana – Sociedade de Porcelanas. Produz loiça domestica e artigos electricos. Começou a sua laboração há cerca de 12 anos. Emprega caolino da sua concessão de S. Vicente em Ovar e tem aperfeiçoado principalmente o fabrico de loiça domestica de uso corrente."

 

Conforme também já foi anteriormente referido, a aposta da VA na SP consolidou-se em 1945.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 21:01

Dezembro 25 2011

 

Chávenas de café e pires formato Porto, da Sociedade de Porcelanas de Coimbra, com filetagem dourada e decoração geométrica esmaltada sobre o vidrado. Note-se o diferente tratamento decorativo das asas.

 

No serviços de chá e café o nome do formato encontra-se habitualmente manuscrito na base dos bules ou das cafeteiras, acompanhado do código correspondente ao motivo, o qual é normalmente indicado através de duas letras e quatro dígitos.

 

Durante a exposição Portuguese Ceramics in the Art Deco Period, realizada nos EUA em 2005, foram exibidos exemplares dos formatos Angola, com a decoração FB 2029, Belga, com a decoração EB 1314, e Porto.

 

O conjunto de chávenas e pires a que pertencem estes dois exemplares permite-nos documentar três marcas distintas da SP (SP1 a SP3), que se reproduzem abaixo.

 

A marca SP1 terá sido usada nas décadas de 1920 a 1940, a marca SP2 nas décadas de 1930 e 1940, a marca SP3 entre a década de 1940 e o princípio da década de 1970, a marca SP4 a partir desta última década, e a marca SP5 a partir da década de 1990.

 

Curiosamente, o selo branco aposto sobre o título de acções aqui apresentado, com a serpe alada (dragão) e o leão batalhante (rampante) das armas de Coimbra, que surgem também na primeira marca da empresa, ostenta a data de 1923.

 

                    

SP1                                  SP2                                   SP3                                  SP4                                  SP5

  

De acordo com o Diário do Govêrno, a empresa Porcelana de Coimbra constituíu-se como sociedade anónima de responsabilidade limitada em 13 de Maio de 1922, com um capital de 1.600.000$00 dividido por acções de 100$00. Esse capital foi aumentado para 2.500.000$00 em 15 de Setembro do mesmo ano, como se comprova no título de dez acções reproduzido abaixo.

 

O conselho de administração da empresa, nomeado para os primeiros três anos sociais, era composto por três elementos – António dos Santos  Viegas, Estolano Dias Ribeiro e José Manuel Ribeiro, estando as assinaturas destes dois últimos reproduzidas no título de acções.

 

Note-se que, na época, a empresa era designada como Porcelana de Coimbra e não Sociedade de Porcelanas de Coimbra e sublinhe-se que não foi possível consubstanciar documentalmente a afirmação de que a intervenção da VA e da Electro-Cerâmica do Candal na empresa data de 1936 (cf. http://www.candalparque.pt/historia.html).

 

Durante o ano de 1945, conforme referido anteriormente (cf. http://mfls.blogs.sapo.pt/62574.html), a Sociedade de Porcelanas de Coimbra foi adquirida, em partes iguais, pela Electro-Cerâmica do Candal e pela Vista Alegre, embora a VA controlasse já, também, a Electro-Cerâmica.

 

De acordo com notícias disponíveis na imprensa (http://www.jn.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=522578&page=-1), a SP terá encerrado em Dezembro de 2005, depois de um período de vários anos em que a sua capacidade produtiva foi sendo gradual e intencionalmente reduzida.

 

 

© MAFLS

publicado por blogdaruanove às 13:09

mais sobre mim
Agosto 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

12
13
14
15
16

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30
31


arquivos

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

pesquisar