<?xml version='1.0' encoding='utf-8' ?>

<rss version='2.0' xmlns:lj='http://www.livejournal.org/rss/lj/1.0/'>
<channel>
  <title>Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém</title>
  <link>https://mfls.blogs.sapo.pt/</link>
  <description>Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Thu, 13 Mar 2014 12:35:06 GMT</lastBuildDate>
  <generator>LiveJournal / SAPO Blogs</generator>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>https://mfls.blogs.sapo.pt/a-fls-na-exposicao-de-sevilha-de-1929-300367</guid>
  <pubDate>Thu, 13 Mar 2014 21:01:31 GMT</pubDate>
  <title>A FLS na Exposição de Sevilha de 1929</title>
  <author>blogdaruanove</author>
  <link>https://mfls.blogs.sapo.pt/a-fls-na-exposicao-de-sevilha-de-1929-300367</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://farm8.staticflickr.com/7443/13125145594_8e2190c95c_d.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotografia publicada na revista Ilustração, &lt;span&gt;número 84, 4.º ano, de 16 de Junho de 1929&lt;/span&gt;, destacando um aspecto da representação da FLS patente no Pavilhão de Portugal construído para a Exposição de Sevilha realizada nesse ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A legenda que acompanha a fotografia é a seguinte – &quot;O &lt;em&gt;stand&lt;/em&gt; da antiqüissima Fábrica de Loiça de Sacavem no Pavilhão de Portugal, onde se expõem primores em azulejos, faiança artística, serviços domésticos, etc.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vejam-se alguns bilhetes postais alusivos ao Pavilhão de Portugal aqui: &lt;a href=&quot;http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/tag/sevilha+1929&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/tag/sevilha+1929&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;© MAFLS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://mfls.blogs.sapo.pt/a-fls-na-exposicao-de-sevilha-de-1929-300367</comments>
  <lj:replycount>0</lj:replycount>
  <category>exposição de sevilha</category>
  <category>1929</category>
  <category>revista ilustração</category>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>https://mfls.blogs.sapo.pt/59510.html</guid>
  <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 20:01:14 GMT</pubDate>
  <title>Jorge Colaço (II)</title>
  <author>blogdaruanove</author>
  <link>https://mfls.blogs.sapo.pt/59510.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/4142/4916722976_e2ff64448a_m.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(continuação)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Foi na Fábrica de Louça de Sacavém que o artista [Jorge Colaço] começou a trabalhar em azulejos, e dali saíram os seus &lt;em&gt;panneaux &lt;/em&gt;decorativos dos Passos Perdidos da Escola Médica de Lisboa, e em seguida os do Hotel do Bussaco, da Estação dos Caminhos de Ferro no Pôrto, já feitos com um processo de trabalho diferente. A par da sua vida de ceramista, continuou mais tarde a colaborar em jornais de caricaturas, fundando o &quot;Talassa&quot;, que começou em 1913, e acabou a 14 de Maio de 1915. Nesta familiar descrição que o mestre nos faz, ressurgiu-nos [sic] os seus últimos trabalhos realizados para a Exposição do Rio de Janeiro, Sevilha, etc. A &lt;em&gt;Ala dos namorados&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;In Hoc Signo Vinces&lt;/em&gt;, e tantos outros. Nas molduras que orlam êstes quadros, domina o baroco [sic], que em Portugal ficou quási inteiramente livre de exagêros. É já tempo de deixar o mestre novamente entregue à sua obra; e por isso, despedimo-nos de aquela figura típica de artista sempre de negro, barbicha quichotesca, grande laço preto a emmoldurar-lhe a expressão.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;in&lt;/em&gt; Como se Trabalha em Azulejos, artigo publicado no magazine &lt;em&gt;Civilização&lt;/em&gt;, número 44, de Fevereiro de 1932.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;posttext&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/2342/2093795409_9df6619d8f.jpg?v=0&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pavilhão de Portugal na Exposição de Sevilha de 1929.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;© MAFLS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
  <comments>https://mfls.blogs.sapo.pt/59510.html</comments>
  <lj:replycount>0</lj:replycount>
  <category>1929</category>
  <category>1932</category>
  <category>exposição de sevilha</category>
  <category>jorge colaço</category>
  <category>animais</category>
  <category>magazine civilização</category>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>https://mfls.blogs.sapo.pt/59383.html</guid>
  <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 08:01:36 GMT</pubDate>
  <title>Jorge Colaço (I)</title>
  <author>blogdaruanove</author>
  <link>https://mfls.blogs.sapo.pt/59383.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/4142/4916722976_e2ff64448a.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotografia de Jorge Colaço (1868-1942), reproduzida no magazine &lt;em&gt;Civilização&lt;/em&gt;, número 44, de Fevereiro de 1932.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse número, José Dias Sanches (1903-1972) assinou um artigo intitulado Como se Trabalha em Azulejos, onde se referem os trabalhos de Alves de Sá (1878-1872), Jorge Colaço, Leopoldo Battistini (1865-1936), Viriato Silva (datas desconhecidas), Jorge Pinto (1900-1983), Conceição e Silva (datas desconhecidas), Vitória Pereira (datas desconhecidas) e Eduardo Leite (datas desconhecidas), com particular destaque para os três primeiros que, aliás, têm os seus retratos aí reproduzidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Transcreve-se desse artigo a passagem referente a Jorge Colaço:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Visitemos agora mestre Jorge Colaço. O nosso espírito sente-se deslumbrado ao contemplar os seus quadros, de um azul penetrante e de uma técnica bem diferente da antiga. A nossa insatisfeita curiosidade pretende saber alguma coisa da sua vida. E a sua bonomia atende-a amàvelmente. Discípulo do grande mestre francês Fernand Cormou [1845-1924], estudou em Paris durante seis anos, regressando depois a Marrocos, onde nasceu, e onde se deixou enfeitiçar pelos &lt;em&gt;sports&lt;/em&gt; regionais, abandonando os motivos que o podiam sugestionar para a realização dos quadros. Aproximou-se êste artista do nosso país, em virtude de seu pai ser o representante de Portugal em Marrocos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais tarde seduziu-se novamente pela pintura, tentando realizar uma exposição no Brasil, o que só mais tarde levou a efeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/4143/4916122851_f178bd47eb.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tomada de Lisboa&lt;/em&gt;. Painel de azulejos que obteve medalha de ouro na Exposição de Sevilha de 1929. Magazine &lt;em&gt;Civilização&lt;/em&gt;, Fevereiro de 1932.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Travando conhecimento com Silva Graça [1858-1931], êste propôs-lhe a direcção de um jornal humorístico. Entretanto era eleito presidente da Direcção da Sociedade Nacional de Belas-Artes, alcançando no fim do desempenho de êsse cargo a concessão do terreno para nêle ser edificada a actual sede. Essa concessão obteve-a pondo em prática o seu lápis de humorista. Caindo nas mãos do parlamento, o projecto que autorizava a construção do edifício não conseguia obter despacho favorável. Decidiu-se Jorge Colaço a fazer um requerimento humorístico para o desemperrar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Compôs uma caricatura, que representava um circo romano, encontrando-se no lugar de César o Conselheiro João Franco [1855-1929], e desempenhando o papel de mártir o mestre Jorge Colaço. O instrumento de suplício era o projecto, e os espectadores que se alinhavam nas bancadas, os deputados, que pediam clemência para o mártir. Com o sêlo da praxe, lá seguiu o risonho pedido, que em sessão foi criticado com um sussurro de gargalhadas. E assim conseguiu obter a aprovação. Tendo realizado a sua viagem ao Brasil, em 1908, por eleição dos seus colegas de Lisboa e Pôrto, como delegado artístico à Exposição Nacional, organizada pela República Brasileira, para comemorar a abertura dos portos ao comércio por D. João VI [1767-1826], obteve naquele país êxito memorável.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(continua)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/2157/2094605686_5791dd9f2f.jpg?v=0&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pavilhão de Portugal na Exposição de Sevilha de 1929.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;© MAFLS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://mfls.blogs.sapo.pt/59383.html</comments>
  <lj:replycount>4</lj:replycount>
  <category>exposição de sevilha</category>
  <category>jorge colaço</category>
  <category>1932</category>
  <category>1929</category>
  <category>leopoldo battistini</category>
  <category>magazine civilização</category>
  <category>viriato silva</category>
</item>
</channel>
</rss>
