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  <title>Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém</title>
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  <description>Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Sun, 07 Aug 2011 13:48:28 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Sat, 05 Nov 2011 21:01:53 GMT</pubDate>
  <title>Outras Fábricas, Outras Loiças (LXIII)</title>
  <author>blogdaruanove</author>
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  <description>&lt;p&gt;          &lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/6129/6017448725_797f7a7fe0.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jarra produzida na fábrica Raul da Bernarda, em Alcobaça, com decoração a esmalte em relevo, e complementos a dourado, sobre o vidrado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora sem a diversidade e a dimensão modernista que marcaram a Aleluia, a FLS, e a Secla, a produção da RB apresentou interessantes exemplares durante o final da década de 1950, bem como durante a década seguinte, como se comprova através do notável sentido dinâmico e escultórico que esta peça traduz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os espaços abertos criados no perfil da peça não só acentuam a sua modernidade como remetem claramente para elementos composicionais característicos quer da obra do pintor e escultor Jean [Hans] Arp (1886-1966; cf. &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Jean_Arp&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Jean_Arp&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), quer da obra do escultor Henry Moore (1898-1986; cf. &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_Moore&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_Moore&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/6147/6017998764_6d1954253b_m.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;© MAFLS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>raul da bernarda</category>
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  <category>fábrica raul da bernarda</category>
  <category>alcobaça</category>
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  <pubDate>Fri, 04 Sep 2009 12:09:25 GMT</pubDate>
  <title>Maria de Lourdes Castro</title>
  <author>blogdaruanove</author>
  <link>https://mfls.blogs.sapo.pt/2076.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/2501/3885864446_bce9e9d84e.jpg&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Catálogo da exposição de Maria de Lourdes Castro realizada em 2005, reproduzindo uma peça executada em Faenza.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na pintura, na escultura e na literatura o modernismo português expressou-se logo durante a década de 1910 e, numa segunda fase, em finais da década de 1920 e princípios da seguinte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas artes decorativas, se excluirmos casos como os de Raul Lino (1879-1974), de João da Silva (1880-1960), do imigrante Franz Torka (1888-1953), do grupo do Bristol Club e da revista ABC, o modernismo foi um movimento com uma expressão mais vincada no período que se seguiu à II Grande Guerra, aproximando-se já da renovação modernista do pós-guerra preconizada pelas escolas escandinavas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na produção industrial que acompanhou este movimento renovador assumiram papel de relevo as fábricas de vidro e cerâmica. Destacaram-se, entre estas últimas, as fábricas Aleluia (Aveiro), FLS e Secla (Caldas da Rainha), tendo a Vista Alegre (Ílhavo), as suas associadas Candal (V. N. Gaia) e S. P. (Coimbra), e a Lusitânia (Lisboa e Coimbra) sido mais comedidas na exploração de novas formas e decorações. No âmbito da produção de painéis de azulejo, destacou-se a Fábrica Viúva Lamego (Lisboa).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste movimento renovador teve grande importância o contributo de diversas artistas, referindo-se aqui os nomes daquelas que mais estreita e regularmente desenvolveram o seu trabalho numa dada fábrica. Na indústria vidreira da Marinha Grande, na Fábrica-Escola Irmãos Stephens, desenvolveram-se as obras de Maria do Carmo Valente (datas desconhecidas) e Maria Helena Matos (n. 1924). Na indústria cerâmica, desenvolveram-se as obras de Hansi Stäel (1913-1961), na Secla, e de Maria de Lourdes Castro (n. 1934), na FLS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Proveniente da Escola António Arroio, em Lisboa, onde tivera como professor o pintor e ceramista Manuel Cargaleiro (n. 1927), Maria de Lourdes Castro desenvolveu a sua obra na FLS em diversos períodos, 1955-1959, 1972-1973 e 1979-1982, tendo entretanto trabalhado em Faenza, Itália, entre 1960 e 1964, e efectuado uma passagem pela fábrica Secla em 1959-1960.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira estadia da ceramista na FLS permitiu-lhe desenvolver várias peças da série &lt;em&gt;Arte Nova&lt;/em&gt;, constituída por 57 modelos na tabela de preços de 1960, algumas das quais serão aqui reproduzidas em breve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/2501/3885864446_bce9e9d84e_m.jpg&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;© MAFLS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>maria de lourdes castro</category>
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