Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Novembro 13 2013

© MCS/CDMJA

 

Detalhe de uma página cromolitografada de catálogo para azulejos de arquitrave da FLS.

 

Esta página impressa na Litografia do Bolhão, Porto, será datável da década de 1910.

 

Cortesia do Museu de Cerâmica de Sacavém / Centro de Documentação Manuel Joaquim Afonso.

 

© MAFLS

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Julho 01 2012

 

Azulejo com decoração estampada a castanho sobre o vidrado. O complemento policromático foi, por sua vez, aplicado à mão sobre essa estampagem. Apresenta no tardoz a inscrição SACAVEM, em relevo.

 

Um exemplar em papel vegetal com esta estampa em castanho, apresentando o número 1237 (relativo ao motivo) e datado de 1935, pode ser ser visto no primeiro volume da exposição Porta Aberta às Memórias, realizada no MCS em 2008.

 

Aí podem também ser vistos dois exemplares semelhantes a este. Outros exemplares complementados com friso de remate, da colecção de Feliciano David e Graciete Rodrigues (†), haviam já sido exibidos em 2000 na exposição Itinerário pela Produção da Fábrica de Loiça de Sacavém, como se pode constatar no respectivo catálogo.

 

A decoração deste azulejo é reminiscente do motivo Campo, para loiça doméstica, apresentando uma forma mais geometrizada das pétalas azuis, as quais passaram a ser complementadas no ramalhete pelas papoilas.

 

A inclusão das papoilas remete ainda para a celebração das Maias e para o ramalhete do Dia da Espiga, que habitualmente inclui também um pequeno ramo de oliveira.

 

O Dia da Espiga coincide com a quinta-feira de Ascensão, data que corresponde a feriado municipal em cerca de trinta concelhos portugueses.

 

© MAFLS

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Janeiro 02 2010

 

Azulejo com decoração estampada a castanho e pintura colorida, à mão, sobre o vidrado. No tardoz apresenta a inscrição Sacavém e o número 1, em relevo.

 

Tal como muitas outras fábricas nacionais e internacionais, a FLS produziu painéis e frisos de azulejos destinados a decoração interior de diversas lojas – talhos, peixarias, leitarias, mercearias e padarias – com desenhos alusivos a cada um desses ramos de comércio. 

 

Dada a maior fragilidade da estampagem e da pintura sobre o vidrado, é possível que este exemplar se destinasse a um desses revestimentos decorativos interiores.

 

Originalmente, este azulejo integrava uma quadra losangular em que as espigas eram ladeadas por duas papoilas.

 

A inclusão das papoilas remete para a celebração das Maias e para o ramalhete do Dia da Espiga, que habitualmente poderá incluir também um pequeno ramo de oliveira.

 

© MAFLS

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