Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Setembro 22 2018

 

Pequeno troféu, com cerca de 13,6 cm. de altura e 8,2 cm. de diâmetro máximo na base, ostentando duas medalhas, em bonze, comemorativas dos 75 anos da fábrica de Valadares, que se celebraram em 1996.

 

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Setembro 08 2018

 

Cinzeiro em faiança, produzido pelas Faianças Subtil, comemorativo da festa do jornal Avante! realizada em 1986.

 

A fábrica de Faianças Subtil tinha sede nas Caldas da Rainha, embora seja possível encontrar referências ao seu endereço comercial e empresarial também em Coimbra, e não sobreviveu às inúmeras vicissitudes que afectaram diversas empresas cerâmicas portuguesas no último quartel do século XX e na viragem para o século actual.

 

Depois de um período de agitação laboral em 2001, que se veio a revelar fatal, a empresa viria a ser reestruturada e renomeada como Le Faubourg, mas esta alteração parece não ter resolvido os eventuais problemas estruturais, produtivos, competitivos e de reposicionamento no mercado, pelo que o seu encerramento acabou por ocorrer em 2005.

 

Note-se como este cinzeiro, enquanto ampliação de uma carica, evoca o princípio de sobredimensionamento das peças do quotidiano, característico da Arte Pop, e como o motivo traduz claramente as dimensões e o formato de um autocolante.

 

 

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Setembro 02 2018

 

Carapau em faiança ligeiramente relevada, com cerca de 18 cm. de comprimento, ostentando no tardoz apenas a inscrição, manuscrita, "Portugal". Apresenta ainda dois orifícios e um cordel para suspensão.

 

Obviamente, trata-se de um pastiche bem humorado das sardinhas bordalianas oitocentistas que têm vindo a ser recuperadas na cerâmica portuguesa deste primeiro quartel do século XXI.

 

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Setembro 01 2018

 

Terrina em faiança, com decoração pintada à mão, sem qualquer marca.

 

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Setembro 01 2018

Conjunto  de chávena de café e pires, produzido pela SPAL, de Alcobaça, comemorativo dos 50 anos dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Almada.

 

Os serviços de água e saneamento de Almada foram municipalizados através de uma portaria de 1950, que previa a implementação prática da decisão a partir do ano de 1951.

 

O motivo patente neste conjunto foi concebido expressamente para a comemoração da efeméride pelo escultor e designer João Machado (n. 1942).

 

 

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Agosto 25 2018

 

Pequena jarra, com cerca de 5,4 cm. de altura, em porcelana da Artibus, Aveiro.

 

Na face oposta à gravura com a inscrição "Ponte Romana" surge ainda a legenda "Recordação de Caldelas".

 

Como é comum noutras peças similares, oriundas da fábrica do Candal, da Sociedade de Porcelanas ou da Vista Alegre, este exemplar apresenta filetagem a ouro.

 

 

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Agosto 19 2018

 

Jarra em faiança, com cerca de 28 cm. de altura, sem qualquer marca visível.

 

Como já se referiu aqui (https://mfls.blogs.sapo.pt/227609.html), o alaranjado foi uma tonalidade que, a partir de finais do século XVIII, traduziu um certo sentido revivalista na faiança e até na porcelana.

 

Foi ainda uma tendência cromática frequentemente associada ao período Art Déco, surgindo em Portugal, nessa época, em diversas produções do Carvalhinho, da Lusitânia, da Sacavém e da Vista Alegre.

 

O formato desta jarra, contudo, evidencia uma produção do pós-guerra, sendo possivelmente uma peça produzida nas áreas de Alcobaça ou Caldas da Rainha durante as décadas de 1960 ou 1970, período da Arte Pop em que, mais uma vez, o alaranjado surgiu com frequência no revestimento cerâmico.

 

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Agosto 11 2018

 

Cinzeiro, com cerca de 2,1 x 9,8 x 9,5 cm., em faiança da fábrica Aleluia, Aveiro.

 

Note-se como a imagem da igreja matriz se encontra estampada mas apresenta alguns complementos, como o céu, pintados à mão. Do mesmo modo, a legenda "Recordação de Vouzela" encontra-se também pintada à mão.

 

 

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Agosto 05 2018

 

Cinzeiro em porcelana da fábrica Electro-Cerâmica do Candal, reproduzindo o brasão de armas do município de Vila Nova de Gaia, concelho a que pertence o Candal.

 

Note-se como esta peça com decoração policromática, complementada a ouro e platina, ostenta a marca Porcec.

 

 

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Julho 22 2018

 

Azulejo reproduzindo um desenho original de Júlio Pomar (1926-2018).

 

Produzida pela Fábrica Cerâmica Viúva Lamego, esta peça integrava uma edição de 5.000 exemplares lançada no âmbito da série Os Azulejos e os Oceanos, uma colecção de diversos azulejos de autor promovida pelo Banco Nacional Ultramarino e a Caixa Geral de Depósitos, no ano da Expo' 98, exposição mundial que decorreu em Lisboa e foi consagrada à temática dos oceanos.

 

Na Viúva Lamego, Pomar produziu ainda um outro azulejo da mesma série, mas com diferente desenho, intitulado Sereia II, em tons de preto e rosa. Curiosamente, Pomar havia já abordado a temática das sereias na cerâmica durante a década de 1950, período em que colaborou quer com a Cerâmica Bombarralense quer com a Secla, das Caldas da Rainha – https://mfls.blogs.sapo.pt/148664.html.

 

Veja-se um conjunto azulejar da série Os Azulejos e os Oceanos, também com desenho de uma sereia, mas da autoria de Maria Keil (1914-2012), aqui: https://mfls.blogs.sapo.pt/101747.html.

 

 

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