Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém

Março 24 2018

 

Duas lambrilhas ostentando no tardoz a marca, em relevo, [Viúva] Lamego.

 

Um exemplar semelhante ao do motivo com barco rabelo surge num anúncio publicado em 1959, mas estes motivos já eram comercializados no início da década anterior.

 

Aliás, de acordo com António Ferro (1895-1956), motivos deste tipo haviam sido apresentados pela primeira vez no pavilhão português da exposição de Paris de 1937 (http://mfls.blogs.sapo.pt/126700.html).

 

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Março 12 2016

 

Prato em faiança, com cerca de 24,1 cm. de diâmetro, da fábrica Viúva Lamego, de Lisboa.

 

Embora a produção das peças esteja certamente separada por algumas dezenas de anos, note-se como a divisão estrutural da decoração desta aba evoca uma outra divisão, patente num prato mais antigo, que, à primeira vista, parece completamente distinta: http://mfls.blogs.sapo.pt/253219.html.

 

 

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Novembro 15 2015

 

Par de azulejos produzidos pela fábrica Viúva Lamego, em Lisboa, unidade que agora pertence ao grupo Aleluia.

 

Embora este motivo recrie um açafate com flores ao gosto seiscentista e setecentista, a representação floral denuncia uma gramática mais característica do segundo e terceiro quartéis do século XX.

 

Atendendo às iniciais que surgem no canto superior esquerdo do tardoz dos dois azulejos, é possível que este conjunto tenha sido pintado por Artur José (1932-2010), podendo ver-se um prato decorado por este artista aqui: http://mfls.blogs.sapo.pt/189321.html .

 

 

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Agosto 23 2015

 

Díptico de azulejos da fábrica Viúva Lamego, com cerca de 28,6 x 14,3 cm., decorado com um motivo floral assinado mas de autor/a não identificado/a, talvez Maria Emília Silva Araújo (n. 1940), produzido provavelmente em oficina de ceramista durante o último quartel do século XX.

 

Conforme já foi aqui referido, a fábrica Viúva Lamego, fundada no ano de 1849, em Lisboa, integra actualmente o grupo Aleluia, que teve origem na fábrica homónima fundada no ano de 1905, em Aveiro (http://www.aleluia.pt/).

 

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Setembro 01 2014

 

Azulejo com motivos militares e florais aplicados sobre stencil (chapa recortada), produzido, provavelmente no segundo quartel do século XX, pela fábrica Viúva Lamego, de Lisboa. 

 

Este azulejo destinar-se-ia, certamente, a ser colocado no revestimento de edifícios de uma unidade militar não identificada, embora seja possível encontrar na composição o símbolo da arma de Infantaria, duas espingardas entrecruzadas, e um motivo associado à arma de Cavalaria, o carro de combate, que tem como símbolo duas espadas entrecruzadas.

 

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